“A F.biz não quer se descolar do digital”, afirma Roberto Grosman

CEO da agência comenta os desafios de se adaptar às mudanças do mercado

Reconhecida como uma das principais agências digitais do país, a F.biz já passou por várias fases e hoje se posiciona como uma agência de comunicação estratégica e integradora, sob o conceito early adapters. Parte do WPP, a agência também vem se destacando mais pelo trabalho criativo, comandado pelo CCO  Guilherme Jahara, que se reflete inclusive na conquista de prêmios e novas contas. Roberto Grosman, CEO da F.biz, afirma que o principal desafio é se adaptar à velocidade das mudanças do mercado. Nesta entrevista ao PROPMARK, o executivo também fala que percebe uma retomada de concorrências que devem reaquecer o mercado no início de 2018. A mais recente conquista da agência é a conta do Grupo DPSP, controlador da Drogaria Pacheco e da Drogaria São Paulo. 

Divulgação

DIGITAL
A F.biz não quer se descolar do digital. Essa expertise faz parte da nossa essência e hoje é uma das bases do nosso posicionamento - early adapters. Hoje, somos uma agência de comunicação estratégica e integradora. Buscamos entender a jornada do consumidor em qualquer meio, e nos adaptar com facilidade às demandas do mercado.

CONSULTORIAS
Não estamos preocupados em enfrentar as consultorias e sim em ajudar os nossos clientes a se comunicarem com as pessoas. Para isso, montamos uma nova estrutura formada por três hubs: criatividade, dirigido por Guilherme Jahara; estratégia, comandado por Renata d’Ávila; e negócios, liderado por Juliana Nascimento. Esses hubs atuam por meio de uma metodologia que analisa o conceito, o conteúdo e o contexto em que a marca se encontra. Dessa forma, conseguimos viabilizar uma estrutura produtiva e ágil, além de sermos muito mais estratégicos, atuando como um parceiro de negócios dos nossos clientes.

CONTAS NOVAS
Ganhamos este ano as contas da FCA (Jeep, Dodge, Chrysler e RAM) e da Hasbro, e agora passamos a trabalhar também para o Grupo DPSP – controlador da Drogaria Pacheco e da Drogaria São Paulo. Temos mais uma conquista, que será comunicada em breve, e estamos participando de diversas concorrências.

BALANÇO
2017 foi um ano de grandes conquistas. Participamos de uma das concorrências mais disputadas do ano, de Jeep, e acabamos de ganhar a conta do Grupo DPSP, um cliente importante do varejo farmacêutico, novo segmento para a F.biz. Além disso, contratamos a CSO Renata d’Ávila e a CBO Juliana Nascimento, lançamos o posicionamento early adapters e criamos uma nova estrutura de hubs. Foi ainda um ano de reconhecimento de grandes trabalhos como: o projeto de branded content Hello News, criado para o Moto Z, da Motorola, em parceria com o jornal O Estado de S.Paulo; a campanha Momentos que marcam, de OMO; o movimento Juntas arrasamos, de Seda; e a websérie Guia Jeep Quatro Rodas By Renegade, primeiro trabalho assinado pela F.biz para Jeep, entre outros.

PERSPECTIVAS
Esperamos um ano incrível porque há boas perspectivas macroeconômicas, como, por exemplo, os sinais de retorno gradativo do crédito e diminuição dos índices de inflação. Apesar da descrença na política, a economia cresce, tendo a força de trabalho do brasileiro como próprio motor, o que acaba funcionando como um estímulo aos clientes. Podemos ter interferências por conta das eleições, mas, na medida em que a política começa a se descolar da economia, a tendência é melhorar. Percebemos neste fim de 2017 uma retomada de concorrências, que devem reaquecer o mercado no início de 2018, juntamente com os investimentos que ficaram presos em 2017.

DESAFIOS
A busca por adaptação é o nosso principal desafio. Adaptação à velocidade de mudanças vindas com as mais variadas inovações tecnológicas. Adaptação aos novos players do mercado, formatos de trabalho, concorrentes e parceiros. Adaptação ao comportamento do consumidor e a um mundo de opiniões polarizadas. Adaptação do mercado a novos modelos de gestão, à prática da transparência e a novas condutas que não podem mais dar espaço para relacionamentos hostis - como o assédio moral e sexual -, que ainda estão muito presentes na indústria da comunicação. Por todos esses desafios de adaptação, a F.biz se posiciona como uma agência early adapter, preparada para enfrentar o futuro.

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