Soluções de armazenamento já são pensadas para Internet das Coisas

Ana Toillier, diretora de marketing Latam da SanDisk, fala sobre a empresa e expectativas para um mundo mais conectado

Divulgação

Em maio do ano passado, a Western Digital concluiu a compra da SanDisk em uma transação que ultrapassou os R$ 70 bilhões. Com isso, a empresa se tornou líder global em soluções de armazenamento como um todo, uma vez que a Western tem expertise em HDs e SSDs e a SanDisk, em memória Flash.

Essa rápida visão do passado e do atual cenário das marcas leva a uma previsão de futuro: uma importância ainda maior na vida do consumidor que se depara com a iminência da Internet das Coisas e, como consequência, uma necessidade maior de armazenamento.

Nesse sentido, e alinhada a uma geração ágil e altamente conectada, a SanDisk vem investindo em tecnologias que armazenem mais em menos espaço e altamente conectáveis. Hoje, por exemplo, a empresa já oferece soluções wireless para compartilhar, acessar e transferir arquivos entre dispositivos móveis e computadores – apenas um indício de como as coisas funcionarão em pouco tempo.
Além disso, nos Estados Unidos, já é trabalhado um modelo de cartão SD que armazena um terabyte de memória.

“A Internet das Coisas é, sim, uma área foco da empresa. Para toda essa conectividade funcionar será preciso mais memória. Por exemplo, para você ligar a cafeteira de manhã sem tocar nela, o dispositivo vai precisar de um armazenamento, mesmo que pequeno. É o centro dentro de casa que vai gerenciar, digamos, todas essas ordens. Por exemplo, quando você colocar todo dia, às 19h, as coisas para funcionarem na sua casa, você vai precisar de uma memória flash para poder fazer isso de uma forma muito rápida”, explica a diretora de marketing América Latina da SanDisk, Ana Toillier. “Mas essa é uma necessidade ainda muito pequena, precisa ter mais empresas adotando esse trabalho”.

A executiva não menciona uma previsão para a Internet das Coisas ser algo mais palpável no Brasil, onde uma política ainda está sendo desenhada – ao contrário da China, onde já existem regras há cinco anos –, no entanto, reafirma que a empresa já olha nesta direção.

Construção de Marca
Ana afirma ainda que a compra da SanDisk pela Western Digital trouxe mais força para a marca – hoje líder em memória flash no Brasil e a preferida do consumidor quando o assunto é confiança, sendo seu público majoritariamente formado por millennials.

No Brasil, a exemplo de outros países, a SanDisk é considerada uma marca jovem. Desde 2008, quando a empresa americana passou a atuar no país, vem realizando um trabalho de construção de marca que a levou à liderança no mercado brasileiro.

“Esse serviço foi realizado em função do nosso trabalho de mídia offline, em revistas, e digital, que hoje é nosso foco, pois nosso consumidor é muito jovem, ele é adopter de tecnologia. Por isso nós trabalhamos muito com as redes sociais”, comenta Ana, que tem como parceira a agência Salve, além de criações globais da marca.

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