As fintechs e a revolução e facilidade na vida do comércio

O movimento de vendas no comércio registrou em novembro de 2017 um crescimento de 5,9% quando comparado com o mesmo período no ano anterior, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE. Com a praticidade proporcionada por serviços inovadores e tecnológicos, o setor vive um período próspero, sendo capaz de aumentar sua produtividade ao gerar uma economia de tempo que permite o redirecionamento de esforços para aumentar a entrega e o lucro.

Porém, nem tudo está perfeito. Uma das maiores demandas da atualidade para os comerciantes é uma solução financeira que atue de ponta a ponta, que seja capaz de resolver seus problemas e imprevistos com apenas um ponto de contato. Isso permite que em uma só plataforma o gestor consiga consultar seu extrato bancário, recebimentos de cartão de crédito e também efetuar o pagamento de seus colaboradores e de impostos, gerando um ganho de tempo e, consequentemente, de performance, o que também auxilia as empresas a se desvencilhar das ferramentas tradicionais, que possuem taxas de juros abusivas.

Soluções financeiras, logo de cara, conseguem entregar o benefício da consolidação de todas as movimentações em um só lugar. Dessa forma, é possível averiguar se todos os pagamentos e desembolsos estão corretos. Outro benefício é a redução de custos. Essas ferramentas costumam ter um custo-benefício muito melhor do que as soluções tradicionais, pois, com o uso da tecnologia, os processos de análise de crédito, conta digital e pagamentos ganham muito mais escala.

Esse tipo de solução vem sendo oferecida por fintechsstartups do mercado financeiro. E para que os comerciantes estejam prontos para aderir às inovações, é recomendado que realizem um compliance interno, avaliando quais são as suas necessidades e quais tecnologias usadas que podem ser substituídas por outras mais recentes.

Para revolucionar o mercado, as fintechs devem focar na resolução dos problemas de seus clientes. Esse processo deve ser priorizado mesmo nas startups que já possuem produtos estabelecidos. Além disso, é preciso ouvir os clientes, afinal, na maioria das vezes são eles que trazem ideias das inovações que poderão melhorar resultados. Então, é muito importante que as fintechs consigam ser rápidas no processo de identificação de novos produtos e procurem por parceiros que consigam agregar e ajudar na distribuição dos serviços, tornando a solução cada vez mais escalável.

João Miranda é cofundador da Hash lab

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