ENA 2018 debate futuro do marketing

Evento organizado pela ABA contempla inovação, criatividade e branding

Alê Oliveira

Realizado nesta quinta-feira (7), em São Paulo, o ENA (Encontro Nacional de Anunciantes) destacou na sua pauta como a atividade de marketing deve se posicionar em um momento no qual os desafios demandam respostas imediatas.

Sob o tema “Como será o amanhã?”, o programa teve início com o painel “Incubar a inovação: o que é preciso e como fomentar a disrupção?”,  com a participação de Nathalie Trutman, gerente geral da Hyper Island para a América Latina, Leandro Espósito, country manager do Waze, e moderação de Igor Puga, diretor de marca e marketing do Santander.

“Inovação é uma questão cultural”, resumiu Puga. “Quando a estrutura de uma empresa faz da inovação parte da sua essência, serve para melhorar o agora e definir passos futuros”, ele acrescentou. O executivo do Santander também chamou a atenção para a preocupação das empresas com a diversidade, mas que deve estar a serviço da qualidade das entregas exigidas pelo mundo capitalista.

Quem concorda com Moliterno é Leandro Esposito. “Processos de recrutamento geram expectativas sob uma régua determinada por padrões. E há algo maior do que o jeito de se contratar sem métricas. Por exemplo, se há a necessidade de inglês, não dá para prosseguir se a exigência é essa métrica. O ambiente de trabalho também é fundamental. Uma contratação deve levar em conta as necessidades dos usuários, sutilezas locais e o ambiente estrutural para o processo de recrutamento”.

Eco Moliterno, CCO da Accenture  Intercative, Eduardo Tomya, CEO Kantar Consulting, e Olga Martinez, da Amélie, comandaram o painel “Chief marketing officer ou chief growth marketing: qual a verdadeira função do gestor de marketing?!”. Moliterno disse que ressignificar a sopa de letrinhas é essencial. Em sua opinião há um novo propósito para a atividade na era mobile.

Tomya apresentou parte de uma pesquisa realizada pela Kantar Consulting para o Google com 10 mil entrevistas realizadas, inclusive no Brasil. “É a hora de fazer mais com menos”, disse. Na avaliação de Olga, a tecnologia, uma perspectiva de vida maior e a robotização estão provocando mudanças em uma velocidade inimaginável. “O modelo de negócios é desafiado a cada minuto".

 

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