Formatos imersivos, como AR e VR, podem ser lucrativos para marcas

Pesquisa da AOL buscou entre anunciantes e veículos como será o fluxo de compra e venda para os próximos meses

iStock/Petar Chernaev

Os anunciantes e veículos acreditam que as tecnologias imersivas, como Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR), vão se tornar uma das melhores fontes de receita para o próximo ano, contribuindo para o aumento no consumo de vídeo digital em todo mundo. De acordo com o State of the Industry Video Report, da empresa AOL, mais da metade dos compradores e vendedores de mídia do Reino Unido (55%) disseram que formatos imersivos, como vídeo 360, fornecerão um dos melhores fluxos de receita nos próximos 12 meses.

Além disso, 62% dos anunciantes do Reino Unido veem espaço para a VR no mercado de vídeos digitais. No entanto, isso é inferior à opinião global, que chega a 64%.

O otimismo é temperado pela baixa adoção de novos formatos entre os consumidores do Reino Unido, quando apenas um quinto usa Watch VR uma ou mais vezes por semana. E enquanto 58% dos consumidores dizem, globalmente, nunca terem assistido em VR, no Reino Unido está próximo dos 70%.

“Quando se trata de novos formatos, o apetite do consumidor ainda está em sua infância”, disse Stuart Flint, diretor-gerente da AOL UK. “Os anunciantes e veículos têm a oportunidade de flexionar seus músculos criativos e adaptar o conteúdo para atender às necessidades e interesses do público”.

Os formatos tradicionais de vídeo online continuam lucrativos, especialmente em anúncios pre-roll, já que 70% dos compradores e vencedores de mídia planejam esse investimento. “Nossa pesquisa  mostra o quanto o vídeo digital se tornou importante, com quase todos os consumidores do Reino Unido (97%) esperando assistir quantidades iguais ou maiores nos próximos seis meses”, acrescentou Flint.

No entanto, há desafios para o crescimento global de vídeos. Mais de um terço (34%) dos consumidores disseram parar de assistir a um vídeo que pausou apenas duas vezes para carregar. Apesar disso, “o futuro está firmemente no vídeo digital”, afirmou a Flint, acrescentando: “os anunciantes e os editores devem estar preparados para investir em formatos emergentes para melhorar a experiência do consumidor”.

 Foram entrevistados 1.600 compradores e vendedores de mídia e 1.300 consumidores de sete mercados para explorar o papel do vídeo digital no consumo de mídia.

Com informações do Warc

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