A Roda Trade, agência de loyalty, incentivo, relacionamento e promoção da Holding Clube, anunciou Michel Serebrinsky para a posição de chief revenue officer (CRO). A movimentação – que vem acompanhada de crescimento do portfólio de clientes da agência, incluindo Sanofi, Bridgestone e Portobello -, visa a fortalecer o posicionamento da Roda e expandir sua área comercial com novos produtos e frentes de atuação. Serebrinsky assume o desafio com o objetivo de integrar estratégias de marketing e comercial. Para impulsionar esse avanço de forma saudável e rentável, o executivo aposta em uma governança de performance, que conta com a criação de uma série de metas, além de estruturação no time comercial com o objetivo de ganhar escala. A seguir, ele traz as suas expectativas para o cargo e desafios a serem trabalhados.
O que pesou na decisão de assumir a cadeira de CRO na Roda Trade neste momento da sua carreira?
Pesou a oportunidade de colocar minha experiência a serviço de uma empresa claramente pronta para um novo salto de crescimento. A Roda tem base, repertório e capacidade de entrega. O que me atraiu foi justamente poder ajudar a transformar essa força em uma operação ainda mais integrada, escalável e relevante para o mercado. Era o tipo de desafio que fazia sentido neste momento da minha carreira: unir estratégia, execução e geração de valor em um negócio com ambição real de expansão.
De que forma vocês querem se diferenciar frente às agências criativas, consultorias e plataformas de CRM que disputam esse mesmo espaço?
A Roda se diferencia porque não entrega só uma peça do quebra-cabeça. Entregamos estratégia, tecnologia proprietária, inteligência de negócio, comunicação e premiação dentro de uma mesma lógica de performance. Isso nos coloca além de uma agência criativa, além de uma consultoria tradicional e além de uma plataforma de CRM isolada. Somamos a isso uma agenda contínua de inovação, com desenvolvimento de novos produtos e soluções que ampliam o valor entregue às marcas. No fim, nosso diferencial está em algo simples de dizer e difícil de executar: fazer a estratégia funcionar na ponta com excelência, sem criar complexidade desnecessária para o cliente. E há outro ponto decisivo: fazemos isso com lastro de segurança empresarial, reforçado pelas certificações ISO 27001 e ISO 27701, algo cada vez mais crítico para clientes de grande porte.
Você fala em integrar marketing e comercial em um único motor de crescimento. Como isso se materializa na prática?
Isso se materializa quando marketing deixa de ser apenas suporte e passa a ser corresponsável por receita. Na prática, trabalhamos com motores claros de geração e conversão, cada um com dono, meta, SLA e responsabilidade compartilhada. O foco não está em métricas de vaidade, mas em indicadores que realmente importam: qualidade do lead, velocidade de avanço no funil, conversão e geração de oportunidades reais. Quando marketing e comercial operam com a mesma linguagem e o mesmo objetivo, o crescimento deixa de ser discurso e vira sistema.
Quais são os principais gargalos que ainda existem entre essas áreas nas empresas hoje e como evitá-los na Roda?
O maior gargalo continua sendo a desconexão: áreas que atuam sobre o mesmo objetivo, mas com métricas, prioridades e linguagem diferentes. É aí que o
processo quebra. Na Roda, evitamos isso com governança, cadência e meta compartilhada. Há rituais recorrentes, visibilidade sobre o funil e clareza na passagem de bastão entre geração de demanda e fechamento. Integração, para nós, não é discurso organizacional; é disciplina operacional para transformar esforço em receita.
Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 25 de maio.
*Imagem do topo: Laura Monticelli/Divulgação

