‘A criação é o motor da agência. Eu diria ser a coisa mais importante? Sim e não’, diz Otavio Schiavon

Otavio Schiavon, VP da BETC Havas, defende integração para garantir consistência; segundo ele, a criação nunca deixou de ser coletiva

Antes de chegar à vice-presidência de criação da BETC Havas, Otavio Schiavon, ainda no interior de São Paulo, já tinha certeza de que queria ser criativo publicitário. Mais intuição do que plano estruturado, como ele mesmo descreve. Foi no Fest’Up, ainda na faculdade, que veio o primeiro choque de realidade e também o impulso que definiria o início da carreira.

“Lá atrás, em Lins, interior de São Paulo, eu tinha certeza de que queria ser um criativo publicitário. Talvez mais feeling do que certeza. Mas que tinha, tinha. Na faculdade, também no interior, lá pelo terceiro ano, fui apresentado ao Fest’Up… Tomei todos os choques de realidade possíveis. Descobri o quão difícil seria entrar em uma boa agência. Eu tinha de dar ‘o gás’. E não tinha Red Bull na época. Meti as caras e, no ano seguinte, estava lá eu de volta ao Fest’Up, vencendo o concurso que dava um estágio em uma grande agência.”

Otavio Schiavon, VP de criação da BETC Havas: “Fiz o que gostava, sem pensar muito no próximo passo” (Imagem: Divulgação)

De lá para cá, Schiavon diz ter construído a trajetória sem um plano rígido, guiado mais pelas pessoas com quem trabalhou do que por movimentos calculados. “A partir daí, fiz o que gostava, sem pensar muito no próximo passo. Errei, acertei, mas sempre tive a sorte de contar com pessoas que me inspiravam e me ensinavam ao meu redor. Chefes, duplas, parceiros e parceiras. Pessoas que não só me deram oportunidades, mas também me deram a mão”, diz o VP da BETC Havas.

Leia a íntegra da entrevista na edição impressa do dia 06 de abril.