Audi apresenta novo Q3 com campanha criada pela iD\TBWA
Marca aposta em cultura, lifestyle e produção local para aproximar SUV premium de consumidores mais jovens
A Audi do Brasil apresentou o novo Audi Q3 com campanha criada pela iD\TBWA. Sob o conceito ‘Só vive quem sente’, a ação marca uma mudança na forma de comunicar o luxo automotivo, menos centrada em performance e atributos técnicos e mais conectada a experiência, estilo de vida e repertório cultural.
A campanha se apoia em territórios como wellness, urban lifestyle e night life, usando criadores de conteúdo como extensão desses universos. Entre os nomes escalados estão Maria Brasil, Maju Trindade e o DJ Mochakk, além de Silvia Braz, Pedro Scooby e Rubens Barrichello, já associados à marca.
A estratégia parte da transformação do consumo de luxo e mira consumidores premium mais jovens. Segundo dados da Bain & Company citados pela marca, essa geração deve representar cerca de 40% do consumo global de luxo até 2035. Nesse contexto, a Audi busca consolidar o Q3 como principal porta de entrada da marca.
Com veiculação prevista entre maio e setembro, a campanha será distribuída em Spotify, Pinterest, Google, TikTok, Meta e Netflix.
A produção nacional também é parte da narrativa. Como o novo Audi Q3 será montado no Brasil, a campanha foi desenvolvida localmente, incorporando cenários, referências visuais e talentos ligados à cultura brasileira.
Segundo Camila Costa, CEO da iD\TBWA, a intenção foi construir uma campanha mais próxima da cultura e da energia do Brasil, posicionando a marca de forma mais conectada ao público local. “Toda a linguagem visual, desde os cenários até os creators escolhidos, buscamos retratar uma estética mais viva, urbana e contemporânea, sem perder a sofisticação característica da Audi”, afirma.
Para a agência, a ação também sinaliza uma nova proposta de comunicação na categoria automotiva premium, historicamente mais associada a performance e atributos técnicos. “Quando pensamos na conexão com a Gen Z, nossa preocupação nunca foi tentar ‘falar de uma maneira jovem’, mas construir uma campanha autenticamente inserida em territórios culturais que já fazem sentido para essa geração”, completa Camila Costa.
Imagem do topo: Divulgação