Guilherme Figueiredo, diretor de relações institucionais da Betano, fala sobre o novo momento da empresa, que investe no posicionamento de jogo responsável
Com presença crescente no futebol brasileiro por meio de naming rights de campeonatos e patrocínios, a Betano avança na construção de sua marca ao investir em experiências que fortalecem a relação com o torcedor para além do ambiente digital. Iniciativas como o Betano Day, um evento da plataforma criado para reunir fãs dos clubes da Série A em dinâmicas presenciais e imersivas, são parte da estratégia de aproximar a marca da mesma lógica da cultura do esporte, que parte da combinação entre entretenimento e interação. Em meio à regulamentação das apelidadas ‘bets’, a marca trabalha para reforçar o posicionamento de jogo responsável e competição saudável. Segundo Guilherme Figueiredo, diretor de relações institucionais, 2026 será regido por “jogo responsável, ampliação de experiência de marca e investimento em projetos sociais”.
A Betano consolida presença no futebol brasileiro com naming rights relevantes. Qual é o papel desse investimento na estratégia de construção de marca no país?
O futebol está no cerne do nosso negócio e é uma paixão nacional. Ao patrocinar os principais campeonatos nacionais, conseguimos conversar com todo o país, envolver torcedores de todos os times e pensar em ativações de marca que façam sentido em cada região. Para se ter uma ideia, durante as quatro primeiras fases da Copa Betano do Brasil, distribuímos troféus de craque Betano em 26 estados, o que mostra o alcance de um patrocínio como este. Somos hoje o maior patrocinador do futebol brasileiro e estamos expandindo nossa presença também em outros esportes e projetos sociais que incentivam a prática esportiva.
O Brasileirão Betano e a Copa Betano do Brasil colocam a marca no centro da cultura esportiva. Como vocês trabalham para gerar conexão real com o torcedor?
Nossa estratégia envolve ações e experiências pensadas para os fãs de futebol dentro e fora dos estádios. Um exemplo recente é o tour da taça do Brasileirão Betano, que aconteceu no início deste ano e percorreu cidades como Salvador, Porto Alegre, Brasília e Rio de Janeiro. Outro exemplo é o Betano Day, um dia em que reunimos torcidas dos 20 clubes para promover um momento de convivência, diversão e respeito entre os rivais.
O Betano Day surge como uma ativação proprietária. Qual foi a ideia por trás da criação do projeto?
Responsabilidade é um dos pilares da nossa marca e trabalhamos esse conceito em várias direções, incluindo o respeito ao adversário. Quando criamos o projeto, que está no segundo ano, a ideia foi promover o encontro das torcidas do Brasileirão Betano e mostrar que é possível conviver de forma harmônica, cada um apoiando o seu time, mas encarando o futebol como entretenimento e diversão.

A Betano tem um DNA digital. Qual é o papel das ativações e experiências presenciais?
O nosso negócio é digital, mas é baseado em eventos presenciais, portanto é essencial que façamos constantemente a ponte entre os dois ambientes. Queremos que o torcedor se sinta próximo da marca e tenha uma experiência completa. Apenas na última temporada, tivemos mais de 2 mil ativações de norte a sul do Brasil.
A relação entre marcas de apostas e futebol cresce rapidamente no Brasil. Como vocês avaliam esse momento de maturidade do mercado?
O futebol é um território natural para as plataformas de apostas, uma vez que representa a maior parte do negócio em apostas esportivas. Os patrocínios são muito importantes, assim como a publicidade, pois permitem que as pessoas diferenciem as empresas reguladas do mercado ilegal, que ainda é um grande desafio no país, pois coloca o consumidor em risco e prejudica a reputação de todo o setor.
Leia a íntegra da entrevista na edição impressa do dia 13 de abril