Brasil terá 14 representantes nos júris do D&AD 2026

Três brasileiros serão presidentes de júri do festival, que será realizado de 17 a 20 de maio, em Londres

O D&AD 2026 escolheu 14 brasileiros que atuam no mercado nacional para representar o país nos júris do festival, que será realizado de 17 a 20 de maio, em Londres. Desse total, três serão presidentes de júri: Dulcidio Caldeira, da Boiler Films, vai comandar os trabalhos em Production Design; Gilvana Viana (MugShot) será presidente em Sound Design & Use of Music e Claudio Lima (WOW Gaming Ventures) será o primeiro brasileiro a presidir o júri de Gaming & Virtual Worlds.

Além deles, mais quatro brasileiros que trabalham em mercados internacionais também estarão nos júris do D&AD. São eles: Maso Heck, creative director & head of art Innocean, que estará em Art Direction; Danilo Boer, global creative lead & partner e president do global creative council na McCann, participa do júri de Direct; Mah Ferraz, co-founder & film editor da Church Edit, vai julgar em Editing; e Bruno Oppido, global group design director na Wieden+Kennedy, em Graphic Design.

Neste ano, mais de 300 profissionais da indústria criativa, de cerca de 40 países, participação dos júris das 46 categorias da premiação. Os jurados irão viajar para Londres para as etapas de julgamento e, após quatro dias, acontecerá a premiação. Paralelamente, o festival ocorre no Southbank entre os dias 19 e 20 de maio, com sessões dos júris, palestras, masterclass e ativações.

Em 2026, o D&AD está com a campanha 'Creativity is alive', provocando criativos, marcas e agências a demonstrarem como a criatividade está viva por meio de ações e excelência criativa. As inscrições de peças estão abertas e podem ser feitas pelo site do festival.

"Como uma organização global sem fins lucrativos, o D&AD existe para defender os padrões criativos da indústria. Os prêmios são julgados por criativos, e para os criativos, e o júri deste ano reflete a realidade de como grandes trabalhos são feitos hoje, mantendo o rigor e a integridade que definem o D&AD por mais de seis décadas", afirmou Donal Keenan, COO do D&AD.

Na edição de 2025, o Brasil teve 16 jurados no festival e o mercado brasileiro recebeu 46 Lápis, número que foi reduzido para 44 após a organização do D&AD retirar dois Wood Pencils da DM9 para a campanha 'Plastic Blood', pelo fato de a agência não ter declarado o uso de IA nas inscrições. A organização do festival considera 88 prêmios, contando as peças que entraram para shortlist.