Cimed e creators: quando a influência vira ativo real de negócios no dia a dia

Em cases como as ‘Besties’, marca ampliou alcance orgânico ao conectar produtos com cultura digital e público jovem

Em um cenário em que a influência virou ativo estratégico de negócios, marcas já não procuram creators apenas por alcance ou números de seguidores. O movimento atual passa por inteligência de dados, leitura cultural e alinhamento de valores para identificar vozes capazes de gerar conexão real com diferentes públicos.

Mais do que campanhas pontuais, empresas buscam insights, tendências e narrativas que fortaleçam posicionamento, reputação e relevância no mercado.
Nesse processo, agências, plataformas e equipes internas assumem papel central ao mapear perfis, interpretar comunidades e transformar creators em parceiros estratégicos. O resultado é um mercado cada vez mais sofisticado, com a influência como peça-chave na construção de marca.

Em um mercado no qual a influência deixou de ser tendência para se tornar estratégia central de negócios, um dos grandes exemplos dos últimos anos é a Cimed, que consolidou-se entre 2025 e 2026 como um dos cases mais robustos do Brasil ao transformar creators em parte ativa de sua comunicação.
A farmacêutica ampliou a relevância digital ao unir campanhas, collabs e lançamentos com nomes de forte conexão com o público jovem e comunidades altamente engajadas.

Entre os exemplos está a parceria com Toguro, nome de grande alcance nas redes sociais e referência no universo fitness, em ações conectadas a performance, lifestyle e consumo, além das ‘Besties’, grupo que reúne criadoras de conteúdo com forte apelo entre a geração Z e grande capacidade de viralização.
Ao se conectar com comunidades femininas, jovens e altamente ativas no ambiente digital, a empresa reforçou sua presença em conversas culturais e ampliou o alcance orgânico de seus produtos.

Para Karla Felmanas, VP da Cimed e head de Carmed, o ‘Daily das bests’, que já alcança 4,7 milhões de contas e soma 11,2 milhões de visualizações mesmo em um perfil orgânico, é considerado um case de sucesso por materializar o que empresa acredita e aposta com o produto Carmed: trazer as pessoas para o centro da conversa.

Karla Felmanas, VP da Cimed e head de Carmed (Imagem: Divulgação)

“Quando nossas funcionárias mostram o dia a dia, os bastidores, contam novidades em primeira mão e traduzem o mercado de um jeito leve e bem-humorado, a gente cria uma conexão real, sem filtro. Ali construímos ainda mais nossa comunidade, transformando a rotina em entretenimento e produto em cultura, e isso faz com que a marca esteja dentro da conversa das pessoas de forma orgânica”, diz Karla.

Imagem do Topo: Leca Novo / Cimed

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 04 de maio.