Para a Africa Creative, agência líder de ranking do Cenp, a estratégia criativa é o grande diferencial de uma agência atual

A Africa Creative alcançou, pela primeira vez, a liderança do ranking do Cenp-Meios, consolidando-se como a agência número um do país em volume de investimento publicitário. O desempenho marca um início de 2026 considerado histórico pela companhia e reforça seu posicionamento como parceira estratégica de negócios, além do reconhecimento criativo que já acumulava no mercado.

“Historicamente, a Africa Creative sempre foi reconhecida pelo impacto de suas ideias. Hoje, ao sermos apontados como a agência número um do Brasil no ranking nacional de investimento de mídia do Cenp-Meios, comprovamos que somos também o parceiro de negócios mais sólido do país. É um marco inédito que reflete nossa maturidade operacional e a capacidade de aliar escala e eficiência à nossa consistência criativa”, afirma Márcio Santoro, sócio, copresidente e CEO da Africa Creative.

O executivo destaca que o primeiro trimestre foi impulsionado tanto pelo crescimento orgânico das contas quanto pela aceleração de projetos ligados ao futebol, especialmente com a proximidade da Copa do Mundo. Nesse cenário, as frentes de retail media e creator economy lideraram a expansão, já integradas a narrativas mais amplas de marca. “Não existe mais ‘digital’ separado; tudo é experiência”, resume. No período, a Africa Creative também avançou em novas conquistas comerciais, ampliando sua atuação com a Kimberly-Clark. A agência passou a atender a marca Intimus e assumiu a estratégia de mídia de Huggies e Plenitud.

Equilíbrio operacional
Para Santoro, o principal desafio das agências hoje não está em um único fator, mas na capacidade de equilibrar diferentes frentes. “Modelo de remuneração e margem são discussões constantes, mas o grande dilema é reter talentos que dominem tecnologia sem perder sensibilidade humana”, afirma. Ele acrescenta que a operação exige manter a agilidade de uma startup com a robustez de uma estrutura full service. Nesse contexto, a inteligência artificial já ocupa papel central na rotina da agência, atuando como uma ‘camada invisível de potencialização’ em todas as etapas, da pesquisa ao refinamento criativo. Ainda assim, Santoro reforça que o fator humano ganha ainda mais relevância. “A IA faz o trabalho braçal. O talento foca no insight e na conexão emocional”, afirma.

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 20 de abril.

Imagem do Topo: Rodrigo Pirim/Divulgação Africa Creative