Estadão amplia aposta em eventos para reforçar ecossistema de conteúdo

Com agenda expandida para 2026, o veículo une experiências, branded content e curadoria editorial para conectar marcas e audiência

Em um cenário em que eventos estão cada vez mais importantes nas estratégias de marcas, veículos de mídia do mercado brasileiro passaram a investir no setor. Diante desse cenário, o Estadão ampliou sua plataforma de experiências com o objetivo de fortalecer sua imagem como hub que articula conteúdo, negócios e influência.

A nova agenda reúne fóruns, summits e projetos proprietários que avançam sobre diferentes verticais, que abordam desde a inteligência artificial até temas relacionados à saúde. A proposta, segundo o veículo, responde a uma mudança estrutural:  em um mercado saturado por entregas fragmentadas, ambientes que combinam curadoria, networking e profundidade são valorizados.

Daniela Longo, gerente de eventos do Estadão, explica que o braço de experiências já ocupa posição estratégica dentro da operação, pois “funciona como um hub de conexão entre marcas, conteúdo e audiência, potencializando todas as nossas plataformas”. A meta, conta ela, não está apenas no crescimento em volume, mas na consolidação como uma das principais verticais de monetização premium do grupo.

Luís Fernando Bovo, diretor do Estadão Blue Studio, e a executiva Daniela Longo (Imagem: Sergio Carvalho)

Editoral x Branded
O modelo proposto pelo Estadão busca manter o equilíbrio entre conteúdo editorial e interesses comerciais. O que se mostra relevante, pois a credibilidade passa a ser um ativo central para que o branded content ganhe relevância e espaço. De acordo com Daniela, esse equilíbrio é sustentado por três frentes: curadoria editorial independente, governança entre áreas e transparência com a audiência.

“Profundidade editorial, para nós, não é discurso, é construção de valor. Ela se traduz em formatos especiais como: séries de conteúdo multiplataforma (texto, vídeo, áudio), painéis com curadoria de especialistas e tom analítico, e projetos proprietários com narrativa contínua (não peças isoladas)”, resume a executiva.

Ela conta que, em métricas, isso se reflete na atenção qualificada da audiência, associação de marca com autoridade e confiança e na geração de leads estratégicos, especialmente em eventos. No fim, o resultado se torna bastante positivo.

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 20 de abril.

Imagem do Topo: Divulgação