Invasão de bikes e patinetes elétricos, marcas e brasileiros, muitos brasileiros

Marcelo Droopy

 

O SXSW mal começou e já dá para perceber algumas grandes mudanças em relação a 2018. O fenômeno que já vemos acontecer em São Paulo aqui parece exponencial: contei pelo menos seis marcas de startups de mobilidade atuando em Austin, com enorme vantagem para a vermelha Jump, do Uber. A ponto de diversos moradores de rua passarem naturalmente por mim usando um desses descolados meios de locomoção.

Outro ponto que chama a atenção é a quantidade de marcas, não anunciando ou fazendo ativações – como já acontece todo ano, mas trazendo equipes inteiras para participar do Festival. A Nestlé, por exemplo, tinha até receptivo no aeroporto.

Também está claro que o SXSW caiu no gosto dos brasileiros: agências, veículos de comunicação, plataformas de tecnologia, consultorias, produtoras de cinema e áudio, além de empreendedores, fazem do português uma língua bem comum nas ruas de Austin. Ótimo! Se cada conterrâneo vir quatro palestras por dia, voltará para o Brasil com 40 horas de inspiração da mais alta qualidade.

Agora, bora lá que ainda tem mais 9 dias de SXSW!