L21 Corp: foco na economia criativa e naming rights
CEO da L21 Corp, Luiz Calainho fala sobre a mais nova iniciativa da empresa: o naming rights do Nubank, no Conjunto Nacional, em São Paulo
Criada há 26 anos, a L21Corp tem a liderança do CEO Luiz Calainho, um negócio de R$ 380 milhões, em 2026, com foco na economia criativa. O grupo tem marcas de mídia como a Mix FM Rio e a Paradiso FM, além do portal Vírgula, com cerca de dois milhões de usuários únicos por mês. O Blue Note, licenciamento da casa de jazz americana, no Rio e São Paulo, é uma das empresas mais notórias, assim como a gestão de musicais por meio da Aventura, como o campeão de bilheteria ‘Mama mia’. Naming rights estão no radar. A mais nova iniciativa chega em agosto, com o Nubank, no Conjunto Nacional (SP).
ECONOMIA CRIATIVA
Desde o início da L21 Corp, no ano de 2000, definimos como foco de atuação o universo da economia criativa. Este ano, teremos um faturamento de aproximadamente R$ 380 milhões com os nossos negócios, que amadureceram muito nesse período e nos deram expertise únicas no segmento. A economia criativa movimenta mais de R$ 400 bilhões por ano no Brasil, equivalente a 3% do PIB nacional, que está próximo dos R$ 12 trilhões.
PORTFÓLIO
Temos várias verticais na holding. No campo da mídia temos o portal Vírgula, de cultura pop com foco em música, um dinossauro da internet brasileira, que tive o privilégio de ter como sócio no início o Tutinha, da Jovem Pan. Foi nosso primeiro negócio, em 2001, que hoje acumula dois milhões de usuários únicos por mês. As emissoras Mix FM Rio, rede da qual somos uma das afiliadas, com 1,2 milhão de ouvintes para público jovem/adulto, além de ser a emissora oficial do Rock in Rio e do show ‘No Rio’, que este ano traz Shakira, que eu tive oportunidade de lançar no mercado brasileiro nos meus tempos de executivo na Sony Music. Outra rádio é a Paradiso FM, para público adulto, também no Rio. Temos o Noites Cariocas, na área de festivais; o licenciamento do Blue Note, com casas no Rio e São Paulo; temos a Suba MSK, em parceria com a Fabiana Bruno da Suba, no setor de influência; a Musickeria, gravadora do grupo, que tem o Samba Book, com mais de 300 mil seguidores, e a vertente de agência de publicidade, para criar engajamento com música em projetos de cobranding, uma espécie de branded content. Temos muitos outros negócios.
MUSICAIS
O Brasil já é o terceiro maior produtor de teatro musical do mundo, atrás apenas dos mercados da Inglaterra e dos Estados Unidos. A Aventura, que lidera esse braço do grupo, já produziu mais de 60 espetáculos entre os quais ‘Chacrinha’, ‘Rock in Rio’, ‘Elis, o musical’, ‘Mama mia’, ‘A noviça rebelde’, ‘Hair’ e ‘Espelho mágico’, que celebra os 60 anos da Rede Globo com estreia no Rio em maio, após temporada explosiva em SP. Vamos reestrear este ano o consagrado ‘Mama mia’. E estamos preparando ‘Piaf’, com estreia prevista para o próximo mês de setembro, e ‘Viva a vida é uma festa’, em collab com a Pixar/Disney.
Leia a íntegra da entrevista na edição impressa do dia 27 de abril.