Leo equilibra legado e inovação para fase de expansão e reposicionamento

Parte do Publicis Groupe, empresa destaca impacto da liderança colaborativa e valorização da criatividade como motor de crescimento

Com 51 anos de atuação no Brasil, a Leo vive um momento de expansão e reposicionamento estratégico. A integração à Leo Constellation, rede criativa global do Publicis Groupe lançada em 2025, marca esse movimento e reforça a conexão da operação local com uma estrutura internacional mais ampla.
A operação brasileira, presidida por Rafaela Queiroz e Fábio Brito, reúne cerca de 300 colaboradores e atende marcas como Fiat, Jeep, Mondelēz (Club Social, Oreo, Trident e 7Days), Lego, Nespresso, RAM, Samsung, Spotify, Abbott, Enel, Paramount (Paramount Pictures, Paramount+, Paramount Home Entertainment) e Minerva Foods.

Rafaela Queiroz explica que fazer parte de um grupo como o Publicis há três décadas expande o repertório da agência, mas para a Leo manter a autonomia da operação é muito importante. O famoso ‘power of one’, exemplifica ela, é uma força na hora de responder às necessidades de negócio, mas a empresa “tem 100% de autonomia e trabalha de forma independente no olhar cultural de como se relaciona e entrega o seu produto para os seus clientes”.

“Os nossos clientes procuram, se relacionam e entendem a cultura da Leo, mas, como a Rafa falou, a gente tem um grupo incrível por trás, provavelmente o grupo mais avançado em tecnologia e em soluções, e é aí que capturamos o que o grupo tem de melhor para a gente levar essa solução para o cliente”, sintetiza Fábio Brito.
No último ano, a Leo Brasil registrou um crescimento de 23 pontos percentuais, além disso, a agência apresentou um crescimento orgânico de 40% dentro da base atual de clientes.

O escritório da Leo fica localizado no mesmo prédio que outras agências do Grupo Publicis, na cidade de São Paulo (Imagem: Divulgação)

Crescimento
Para os presidentes, o crescimento foi resultado da combinação entre o legado criativo e novas capacidades operacionais. Para Brito, manter o DNA da agência e entender seu papel é o mais importante para manter a relevância da empresa, que reforça o conceito de “enxergar pessoas, não consumidores”. Ao mesmo tempo, Rafaela Queiroz afirma que a adaptação recente da Leo não rompe com esse legado, apenas o reposiciona diante da renovação natural do mercado.

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Imagem do Topo: Divulgação