Lew’LaraTBWA enfatiza disruption no seu planejamento

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O CEO Marcio Oliveira com a executiva Renata d’Ávila, que foi promovida à posição de CSO da agência e fica subordinada à estrutura global de disruptivo liderada por Nick Brahan

Desde 2010 na equipe de planejamento da Lew’LaraTBWA e vice-presidente da divisão há três anos, a executiva Renata d’Ávila foi promovida à posição de CSO (Chief Strategy Officer) da agência, com a missão de quebrar paradigmas e, consequentemente, tirar a comunicação dos clientes com os quais trabalha do ambiente commodity para experimentar a ousadia. Embaixadora do sistema Disruption, vai ficar ainda mais envolvida com a filosofia criada por Jean Marie Dru nos anos 1990, que se tornou modelo de gestão da rede do Omnicom na estrutura global liderada por Nick Grahan.

Na avaliação de Marcio Oliveira, CEO da agência, o planejamento estratégico e disruptivo funciona como sottware de diferenciação em um momento no qual marcas ganharam personalidade e características humanas. “Uma marca passou a ter propósito e opinião, além de lutar por causas. Se não tivermos um profissional para mergulhar nos seus códigos e culturas, a comunicação fica inviável. Quem não tiver esse entendimento vai perder relevância. Por isso promovemos a Renata”.

Oliveira cita os cases mais recentes de Gatorade e Nissan para endossar como o planejamento bem executado exerce influência no exercício criativo. “O projeto Vencer vem de dentro, para Gatorade, exigiu uma pesquisa profunda sobre elementos que têm conexão com o produto que ativa o corpo internamente. Calçados, roupas, óculos e outros utensílios são básicos do ponto de vista externo, mas a vontade de vencer e o uso do isotômico vêm de dentro”, diz o CEO da Lew’Lara. “Com Nissan, precisávamos enfatizar o atrevimento e a distância da marca da caretice, mas sem esquecer da tecnologia japonesa de ponta, inovação, confiança e durabilidade. Foi assim que surgiu a campanha Quem se atreve vai além”, acrescentou.

“A TBWA sempre foi a rede do disruption, mas há cerca de um ano e meio vem ganhando força, evoluindo e se tornando cada vez mais nosso ‘software’, nosso jeito de operar e pensar as marcas. Temos três frentes do disruption: strategy, live e innovation. Estou envolvida nesse projeto global de update desde o início, agora tenho a missão de fortalecer cada vez mais essa cultura na agência, ampliando o trabalho que desenvolvemos para nossas marcas. Um exemplo é todo o projeto de Olimpíadas da Nissan, que virou benchmark global de estratégia da marca. Ele nasceu num disruption strategy e hoje temos uma operação live para todo o varejo e redes sociais”, finaliza Renata.