MField reestrutura operação comercial
Companhia amplia atuação com agências, reforça liderança e mira dobrar a receita
A MField anunciou uma reestruturação de sua dinâmica comercial e operacional, com foco na ampliação da atuação junto a agências e marcas e na expansão de produtos de conteúdo orientados por dados. A empresa projeta dobrar a receita até o fim de 2026, a partir de ganhos de eficiência, escala e previsibilidade de resultados.
A estratégia parte da premissa de integrar a influência à estratégia de conteúdo das marcas. Nesse contexto, a MField vem estruturando um portfólio que combina hubs proprietários de creators, operações contínuas de conteúdo e squads integrados a clientes e agências. A proposta é atender diferentes níveis de maturidade digital e verticais como varejo, tecnologia, aplicativos móveis, alimentos e fintechs.
A área comercial passa a operar em duas frentes: uma dedicada ao relacionamento e à cocriação com agências, com maior presença no dia a dia das contas; e outra voltada diretamente às marcas, com segmentação por setores e necessidades específicas. Segundo a empresa, a nova configuração busca fortalecer o atendimento consultivo e viabilizar propostas mais alinhadas aos objetivos de negócio.
Nos últimos meses, a MField avançou também na estrutura operacional com a integração da Humanz Brasil, ampliando capacidades de dados, mensuração e performance em campanhas de grande escala. Outro movimento foi o fortalecimento do Hype Lab, núcleo de tendências voltado à análise de conversas em tempo real e à orientação de ações de conteúdo.
Para sustentar o plano de crescimento, a MField anunciou reforços na liderança. Ricardo Pugliesi assume como diretor de Operações; Alexandre Nolasco chega como diretor Comercial; e Fabrício Andrade passa a atuar como head de Agências. O time executivo inclui ainda Kate Souza, chief revenue officer (CRO) da companhia.
Segundo Flávio Santos, CEO da MField, o movimento busca conectar a Creator Economy de forma mais direta aos objetivos de negócio dos clientes. “Ao longo de 2025, migramos para um modelo que conecta influência diretamente ao negócio dos clientes, com estruturas always-on e campanhas de maior porte”, afirma.
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