InPress Porter Novelli lidera ranking de agências de PR mais atrativas para trabalhar
Estudo da Scopen também aponta Itaú como o anunciante mais desejado pelos profissionais do setor
A InPress Porter Novelli ocupa a primeira posição no ranking das agências de relações públicas mais atrativas para se trabalhar no Brasil, de acordo com a terceira edição do levantamento ‘Best PR Agency to Work For’, realizado pela Scopen.
Além da liderança, aparecem Edelman, FSB, Burson e Máquina. O estudo também registra movimentações relevantes em relação à edição anterior, com avanços de agências como Pros e Weber Shandwick.
A pesquisa inclui ainda o ranking ‘Best Marketer to Work With’, que reúne as empresas anunciantes mais desejadas como clientes pelas agências de PR. Com o Itaú Unibanco em primeiro lugar, figuram entre as mais citadas Natura, Grupo Boticário, Netflix e Coca-Cola.
Para os entrevistados, o cliente considerado exemplar é aquele que mantém relação próxima, compartilha informações, apresenta objetivos claros e prepara briefings consistentes.
O levantamento ouviu 239 profissionais de 41 agências de PR, entre julho e agosto de 2025. A amostra é composta majoritariamente por respondentes que atuam em São Paulo (92%), com idade média de 43 anos e maior presença de cargos de liderança, como diretores de área. Os dados indicam um cenário de estabilidade no setor: apenas 13% afirmam que, com certeza ou provavelmente, pretendem mudar de trabalho, enquanto 47% dizem não considerar uma troca no momento.
Entre os fatores que mais influenciam uma eventual mudança de emprego, condições econômicas e salário lideram, citados por 68% dos entrevistados, seguidos por projeção profissional (50%) e flexibilidade de horários (17%).
Ainda assim, o estudo aponta que aspectos intangíveis têm peso relevante na escolha de uma empresa, como respeito por parte da liderança, credibilidade da organização, orgulho de pertencimento e conciliação entre vida profissional e pessoal.
“Os resultados confirmam um setor sólido e maduro no Brasil, com altos níveis de satisfação e baixa predisposição à troca. Embora o salário siga como principal fator de movimentação, respeito, conciliação e credibilidade ganham espaço como critérios centrais para atrair e reter talentos”, afirma Paula Ribeiro, diretora de estudos da Scopen Brasil.
Imagem do topo: Kobu Agency no Unsplash