Criada no Rio Grande do Sul na década de 1990, a empresa de tecnologia Meta teve de tomar uma atitude pontual e pragmática para poder dar sequência ao seu processo de expansão internacional.
Apesar de o registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) ser anterior ao da Meta, nome corporativo que Mark Zuckerberg adotou para substituir a Facebook Inc. em 2021, e de ter atuação anterior nos Estados Unidos, resolveu seguir o mote de Dalva de Oliveira na canção ‘Bandeira branca’, e optou pela paz.
O imbróglio no início foi parar na justiça, mas, para evitar um breque nos planos de internacionalização para a China, por exemplo, fez acordo com Zuckerberg para passar a se identificar como Insi, que opera na América do Norte, em 20 países da Europa e outros continentes.
“São mais de 200 clientes em 20 segmentos de mercado no mundo – 70% deles com receita acima de 1 bilhão de dólares”, esclarece o comunicado. Nas palavras do executivo Thiago Zaiden, head de marketing da Insi, “foram mais de nove meses construindo algo que, na essência, já existia dentro da empresa. Passamos por muitas camadas de reflexão sobre quem somos, no que acreditamos e o que entregamos de verdade, até chegarmos a uma identidade que não inventou nada: ela revelou. Quando o conceito ‘Tudo começa dentro’ se materializou, ficou claro que sempre foi esse o nosso jeito de operar”.
O ciclo de rebranding teve contribuição da consultoria All.In, de Eduardo Tracanela, ex-CMO do Itaú, com participação da agência Ivoire e da ANK Reputation. O que significa Insi? Zaiden explica: “Insi nasce da convergência de diferentes referências linguísticas. No latim, in se remete à essência presente na própria natureza das coisas. Já no inglês, a marca evoca conceitos como inside, insight e intelligence, associados à profundidade, compreensão e transformação. Dessa combinação surge uma palavra única, que sintetiza essência, interioridade e inteligência aplicada. Em apenas quatro letras, Insi traduz a ideia de que toda transformação consistente começa de dentro para gerar impacto real no mundo.”

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 08 de junho.

