‘O Brasil segue tendo potencial para se destacar’, diz Diego Guerhardt

Diego Guerhardt, diretor-executivo de criação da Fbiz, julgará peças inscritas em Creative Business Transformation Lions e fala sobre o desafio

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Diego Guerhardt, diretor-executivo de criação da Fbiz, julgará peças inscritas em Creative Business Transformation Lions. Esta é a primeira vez que o executivo participa de um júri do festival. Guerhardt atribui a escolha ao seu olhar para além da comunicação tradicional. “A criatividade deixa de ser apenas mensagem e passa a atuar como força de mudança”, observa. Ademais, está animado em participar de conversas capazes de moldar a criatividade global. As chances do Brasil são alvissareiras. “Existe uma combinação entre repertório cultural, social e pensamento estratégico que faz com que o país continue competitivo”, acredita.

Estreia
Esta será a minha primeira vez como jurado. Cannes sempre fez parte da minha vida profissional. Existe algo muito significativo em, agora, ajudar a conduzir conversas que contribuem para definir os rumos da criatividade global. Recebi esse convite com empolgação e responsabilidade.

Motor
Acredito que a minha escolha tenha relação com uma visão de criatividade que vai além da comunicação tradicional. Ao longo da minha carreira, sempre me interessei por projetos non-traditional. E Creative Business Transformation é uma categoria que exige trabalhos com esse olhar mais amplo, em que a criatividade deixa de ser apenas mensagem e passa a atuar como força de mudança dentro das organizações.

Riqueza
O Cannes Lions reúne profissionais de diferentes culturas, mercados e perspectivas. Existe uma oportunidade rica de entender como a criatividade está evoluindo. Também tenho curiosidade para perceber quais serão os temas e transformações que vão atravessar os trabalhos. E, claro, estou animado para participar das discussões de júri de perto. Imagino que seja uma experiência intensa, provocadora e inspiradora.

Qualidade
Espero encontrar trabalhos que ampliem a percepção sobre o que a criatividade é capaz de fazer dentro dos negócios. Não apenas ideias bem executadas, mas projetos com profundidade, relevância cultural e impacto duradouro. Acredito que os cases mais fortes serão aqueles capazes de unir visão estratégica, conexão humana e transformação concreta.

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 01 de junho.

Janaina Langsdorff
Janaina Langsdorff
Editora
janaina@propmark.com.br

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