WPI estimula eficiência operacional e profundidade estratégica nas agências

Holding independente tem no mercado brasileiro a The Group e a Propeg entre as associadas; evento também debate aplicação da IA

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Austin, nos Estados Unidos, não é só música, universidades e SXSW. A cidade abrigou durante quatro dias mais de cem profissionais de agências independentes que participaram do encontro anual da WPI (World Wide Partners). Apenas a Propeg e a The Group, do Brasil, estão entre as associadas à rede global que conecta empresas de comunicação e marketing em quatro continentes.

Representando a TG, o COO Felipe Guntovitch acompanhou a pauta que abordou inteligência artificial, transformação operacional, relações comerciais e novos modelos de trabalho em um momento particularmente delicado para a economia global.

“A edição deste ano aconteceu em um contexto de desaceleração econômica, pressão sobre margens, mudanças aceleradas no comportamento do consumidor e impacto crescente da tecnologia sobre o mercado de comunicação. O tom das conversas refletiu exatamente isso: menos previsões futuristas e mais debates práticos sobre adaptação, eficiência e sustentabilidade do modelo de negócio das agências”, frisa Guntovitch, reeleito como global board member e diretor da região Latam da entidade.

“A TG ainda recebeu o prêmio Perfect Partner, reconhecimento concedido às agências que mais se destacam em colaboração e construção de relacionamento dentro do ecossistema internacional da rede”, afirma.
A inteligência artificial acabou se tornando o eixo central do encontro, mas de uma forma diferente do que vinha aparecendo nos grandes eventos de tecnologia nos últimos anos.

Vitor Barros, CEO da Propeg e vice-chairman da WPI, e Felipe Guntovitch, da The Group (Imagem: Divulgação)

“A IA deixou de ser tratada como tendência futurista para ser discutida como ferramenta operacional já incorporada ao dia a dia das agências. As apresentações mostraram plataformas capazes de automatizar campanhas a partir da leitura de dados sociais, análise de comportamento e identificação de tendências em tempo real. A lógica apresentada não era substituir a criatividade humana, mas aumentar a capacidade operacional, acelerar entregas e reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas”, relembra Guntovitch.

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 08 de junho.

Paulo Macedo
Paulo Macedo
Editor
paulo@propmark.com.br

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