Google lança projeto sobre proibição ao futebol feminino

Ação da AKQA tem parceria com o Museu do Futebol e aborda os 38 anos do impedimento à modalidade no Brasil

Reprodução

Um dos motivos pelos quais o futebol feminino não é tão difundido no Brasil quanto o masculino deve-se ao fato de que as mulheres foram proibidas de praticar o esporte no país durante 38 anos, entre 1941 e 1979.

Apesar do impedimento, muitas mulheres continuaram jogando. E é para reunir e contar as histórias dessas personagens que o Google Arts & Culture e o Museu do Futebol lançam o Museu do Impedimento.

A iniciativa, criada em parceria com a rede de estúdios criativos AKQA, promove uma experiência digital colaborativa, onde qualquer pessoa poderá compartilhar documentos de seus acervos pessoais em formato de vídeos, áudios, fotos e depoimentos.

“Queremos dar visibilidade à importância de recuperar a história do futebol feminino no Brasil e garantir que um público mais amplo tenha a oportunidade única de conhecer as histórias dessas mulheres pioneiras que continuaram jogando bola mesmo nos anos de proibição e abriram as portas para as novas gerações”, afirma Lauren Pachaly, diretora de marketing do Google Brasil.

Para divulgar o projeto, a AKQA desenvolveu ainda campanha protagonizada por pioneiras do esporte, como Mariléia dos Santos, artilheira do futebol brasileiro, e Léa Campos, primeira árbitra oficial de futebol e que foi presa 15 vezes durante a proibição. Assista:

O filme tem produção da Iconoclast e trilha da Antfood. Demais peças possuem fotos por Livia Wu, site por Slikland/Madre e conteúdos extras dirigidos por Bruno Zanetti.

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