Tudo começou com um briefing pra lá de inesperado…

Chama, o app do gás, ficou conhecido através de uma campanha que deu um enorme recall fazendo paródias com músicas famosas e usando dois personagens animados: o celular e o botijão de gás

Quem quer mexer em time que está ganhando? Pois bem, o cliente que está sempre querendo inovar. E aí a gente trouxe pra agência esse baita desafio. Os números diziam que a campanha anterior era um successo enorme. Porém, os consumidores não se enxergavam nela, eles queriam ver situações mais cotidianas.

Nessa época, nossos maiores concorrentes eram os ímãs de geladeira de delivery de gás. As pessoas preferiam ligar para o delivery, do que tentar usar o app que traz uma série de vantagens, como o comparativo de preços. Pois bem, a gente precisava encontrar outro ícone stopping power para a comunicação sem ser a música ou a animação.

 

E foi aí que voltamos para o nosso cliente com três caminhos diferentes de campanha. Todos eles meio nonsenses, bem-humorados. O cliente escolheu dois deles para serem pesquisados, e pera aí… passou o caminho mais inusitado de todos! Nunca tínhamos visto isso numa pesquisa. Sabe aquela campanha que você ama, mas que você sabe que ela pode não sobreviver a uma pesquisa? Pois ela passou. Três filmes que são puro entretenimento e, ao mesmo tempo, explicam direitinho a funcionalidade do aplicativo e reposicionam a marca, mostrando que o melhor jeito de pedir o gás não é ligar.

 O primeiro dos filmes conta a história de um cara que está cozinhando para uma crush dele quando, de repente, 

o gás acaba. Ele pega o celular para pedir o gás, aproxima o aparelho da orelha como se fosse fazer uma ligação e, de repente, o seu bigode começa a crescer e a teclar no celular. O bigode abre o aplicativo Chama e faz a compra do gás, comparando o melhor preço entre os fornecedores. Depois disso, a crush obviamente fica ainda mais apaixonadinha pelo personagem. E assina com: “Não liga, Chama!” 

 

Os outros dois filmes ainda não entraram no ar (fica aqui o suspense), mas seguem a mesma lógica do primeiro: assinando com “Não liga, Chama!”

 

Os resultados já começaram a aparecer, mostrando que os consumidores prestam mais atenção quando assistem um comercial divertido. É tão importante quando o cliente entende que seu consumidor não é burro, que ele gosta de entretenimento, e o humor é, sim, um recurso de recall. Uma mudança tão grande e tão corajosa na marca só é feita quando o cliente também é corajoso. Deixamos aqui o nosso obrigado ao nosso cliente Otavio Tranchesi. Sem ele, não teríamos nos divertido tanto nesse reposicionamento.

 

 

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