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Droga5 e Ogilvy ganham Bronzes em Creative Commerce com CIF e Magalu

Categoria recebeu 393 inscrições, classificou 41 peças e premiou 14; Brasil disputou troféus com três shortlists e conquistou dois Leões
Lu, influenciadora e agent commerce do Magazine Luiza (Reprodução)

“O case do Magazine Luiza, do Brasil, exemplifica o uso de inteligência artificial para criar experiências capazes de aumentar o alcance de pessoas”. O trabalho assinado pela Ogilvy foi citado pelo presidente do júri de Creative Commerce, Phil Camarota, durante coletiva realizada no dia 25 de junho para anunciar os vencedores da categoria.

O trabalho evidencia o potencial da IA. Os jurados estavam em busca de estratégias montadas conforme o “valor da experiência”, acrescenta o executivo, que é chief creative officer global da Flywheel, empresa de commerce marketing, retail media e e-commerce adquirida pelo Omnicom em 2023. O case mencionado por Camarota é ‘Agente como a gente‘ como a gente’, vencedor de Leão de Bronze na categoria. A campanha promoveu o WhatsApp da Lu, influenciadora e agent commerce do Magazine Luiza.

Faxina
‘Clean my name’ ou ‘Limpa nome’, projeto criado pela Droga5, agência da Accenture Song, para a marca de limpeza CIF, da Unilever, foi o ganhador do outro Leão brasileito na categoria. A peça ganhou Bronze. O trabalho foi idealizado em parceria com a Serasa Experian, Berimbau Estúdio, Biosphera, Genco Film, Cadastra, Initiative, BR Media e Pinkers.

A proposta da Droga5 e CIF, de limpar o nome dos consumidores, foi divulgada pelo economista, professor e apresentador Gil do Vigor, ex-participante do ‘Big Brother Brasil’ 21, reality da TV Globo. Na compra do produto Cif Limpa Nome, o consumidor concorria a prêmios diários e semanais para negociar e quitar a suas dívidas. A ação terminou no dia 30 de abril.

GP
‘Lucky fan index’, case assinado pela VML da Polônia para Wisła Kraków Football Club, garantiu o Grand Prix da área. A relação entre a presença dos torcedores nos estádios e o número de vitórias do time nos jogos assistidos passou a ser medida por um algoritmo alimentado por inteligência artificial.

Uma pontuação era atribuída a cada torcedor, mostrando quanta sorte ele atraía para a equipe. Os mais afortunados ganhavam benefícios e experiências exclusivas, enquanto os azarados recebiam incentivos para voltar ao estádio e tentar virar o jogo. “São trabalhos inspiradores, como nunca vimos”, pontua Phil Camarota. Ele lembra que Creative Commerce é uma categoria ainda incipiente. Passou a valer em 2022, em substituição à antiga área de e-Commerce.

“Ainda estamos definindo as diretrizes que balizam a disciplina. Consideramos cases com chances de potencializar jornadas, resultados e com relevância além do preço. É preciso reimaginar o valor entre as marcas e as pessoas, e achar formas diferentes de abordar problemas”, pontua Camarota. 

Balanço
Marcela de Masi, diretora-executiva de branding e comunicação do Grupo Boticário, foi jurada da categoria, cujo volume de inscrições caiu de 644 peças em 2025 para 393 em 2026. Do total de 41 finalistas, 14 foram premiados. O Brasil classificou três campanhas, e levou dois Leões.

Janaina Langsdorff
Janaina Langsdorff
Editora
janaina@propmark.com.br

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