Execution completa um ano com foco em big data e inovação

Otimista com 2018, Geraldo Rocha Azevedo celebra crescimento da agência

De zero a cerca de 40 pessoas em um ano. O crescimento da Execution nesse período dá um pouco da dimensão do que foram os primeiros meses de vida da agência, que busca entregar experiências tangíveis para marcas através de projetos de ativação, engajamento, conteúdo, propaganda, social media, design e inovação digital – item que ao lado de big data é prioridade da casa.

Comemorando aniversário no mercado publicitário brasileiro, a agência é um projeto antigo do empresário Geraldo Rocha Azevedo, que deixou a Time For Fun (T4F) para colocar o sonho de pé. “A Execution foi pensada para os próximos 30 anos. É uma agência de comunicação integrada: fazemos propaganda on, off e ativação. E temos obsessão por big data e inovação digital. Tanto que lançamos um aplicativo, em que os clientes podem acompanhar em tempo real métricas e KPIs, por exemplo”, conta.

Hoje são nove clientes, entre eles T4F, Grupo Mantiqueira, Bradesco Seguros, 99Taxis e Movida. Só para a TF4 a agência administra um volume de 14 mil peças por ano, 60% digital. Para tornar isso possível, tem na nuvem uma pasta em que o cliente também pode acessar tudo o tempo todo. “O atendimento é feito praticamente online. Quando falo de inovação é isso: entregar com qualidade sem agregar custos. Isso permite que tenha gente focada onde agregamos valor”.

A agência está em algumas concorrências e a carteira pode aumentar em breve. Já a equipe continua em crescimento. Este mês a Execution anunciou Guga Carvalho como Head of Data & Digital Innovation. Ele também será responsável por gerenciar e monetizar novas parcerias. “E investimos muito na nossa parte de mídia, performance online e offline, criação e atendimento. Tomei cuidado com a equipe. Tive a oportunidade de partir do zero. Foi um ano bastante ativo.” Segundo ele, o bom ritmo é reflexo de pontos como o compromisso com data, métrica e inovação digital, tornando possível implementar o que é apresentado. Outra coisa é ter “a sofisticação” que uma agência pequena não tem, mas sem as “estruturas pesadas” das muito grandes.

No mercado desde o início dos anos 1980, quando abriu sua empresa de eventos, Azevedo já trabalhou na Ogilvy & Mather; foi sócio e copresidente da Neogama/BBH (vendida em 2012 para o Grupo Publicis); fundador da Insula, premiada duas vezes como agência digital do ano; e diretor estatutário da T4F, na qual realizou turnês e festivais como Rolling Stones, Coldplay, Pearl Jam e Lollapalloza. Ele também já presidiu um júri em Cannes e foi fundador e primeiro presidente da Ampro (Associação de Marketing Promocional). Agora dono da Execution, busca participar ao máximo do dia a dia da empresa e dos clientes. “Cuido muito do produto final junto com a criação e com o planejamento, e também da inovação digital. E faço questão de estar próximo dos clientes. Não tem nada que eu não esteja vendo.”

Animado com a Execution caminhando saudável financeiramente e em crescimento, ele está otimista para 2018. As iniciativas para o ano incluem um projeto proprietário na área de saúde, cujo detalhes serão conhecidos em alguns meses. “Estamos dentro do business plan. Uma agência é a junção de pessoas num determinado momento no tempo. Temos boas pessoas e um bom tempo. É um momento gostoso para nós.”

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