publicidade

‘A ideia da Felicidade é impulsionar a nova economia’, diz Tomás Correa

Cofundador e CCO da agência avalia o mercado das independentes e aponta a qualidade da conversa como um trunfo competitivo
Tomás Correa, cofundador e CCO da Felicidade | Imagem: Divulgação

Uma empresa sempre enfrenta diversos desafios simultaneamente; o que se transforma são as peculiaridades desses desafios. Entre tecnologia, cultura e inteligência artificial, expoentes no momento atual, a forma como as marcas se relacionam com suas agências se modifica à medida que cresce a cobrança por parceiros mais estratégicos e com “qualidade da conversa”, como diz Tomás Correa, cofundador e CCO da Felicidade.

O relatório de 2026, ‘Bridging the gap: Redefining the value of agencies’, da IPA em parceria com a Tracksuit, transforma essa exigência em números. No estudo, 83% dos clientes afirmam considerar muito ou extremamente valioso receber das agências um pensamento voltado ao crescimento e à expansão, mas apenas 48% dizem perceber essa entrega.

O levantamento também aponta que 77% valorizam parceiros capazes de desafiar briefings e premissas, enquanto 43% afirmam receber esse tipo de contribuição. Para Correa, é exatamente desse ponto que nasce a vantagem da independência. O executivo afirma que, nesse modelo, a interlocução acontece diretamente com quem participa das decisões e permanece envolvido na execução. “Não existe uma passagem de bastão entre quem pensa e quem faz. A conversa estratégica acontece no mesmo nível em que as decisões são tomadas.”

NOVA ECONOMIA
A tese da Felicidade se organiza em torno da nova economia. Para a agência, crescer não significa apenas ampliar estrutura, equipe ou carteira de clientes, mas levar uma mesma visão para novos projetos.

“Acho que isso acontece quando você cresce em torno de uma ideia, de um propósito. A ideia da Felicidade é impulsionar a nova economia: uma economia em que as empresas repensam o que colocam no mundo, como produzem, distribuem e se relacionam com as pessoas. Uma economia construída a partir de decisões diárias, tomadas por consumidores que escolhem ser sócios das marcas.”

O consumidor deixa de ocupar apenas o papel de comprador e passa a ser posicionado lado a lado na construção. “Ele influencia narrativas, valida discursos e ajuda a definir a relevância cultural das marcas. Quando esse princípio está claro, crescer não é um problema. É levar essa mesma visão para mais clientes, mais projetos e novos desafios. É ampliar o seu propósito”, diz o cofundador e CCO da Felicidade.

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 03 de agosto.

Vitor Kadooka
Vitor Kadooka
Repórter
vitor@propmark.com.br

publicidade

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

publicidade

publicidade

Inscreva-se para receber as últimas atualizações

Fique por dentro das novidades do mercado publicitário