Os gastos das famílias brasileiras com telecomunicações devem alcançar R$ 267,7 bilhões até o fim de 2026, alta de 6,75% em relação ao ano anterior. O avanço é puxado principalmente pela compra e manutenção de celulares e acessórios, que, juntos, devem movimentar cerca de R$ 152,6 bilhões no país. Os dados são da Pesquisa IPC Maps, especializada há mais de 30 anos em potencial de consumo e baseada em fontes oficiais.
O levantamento considera despesas com aquisição de aparelhos, manutenção de telefonia fixa e móvel, acessórios e contratação de serviços de TV, telefone e internet. O segmento mantém trajetória de crescimento nos últimos anos, acompanhando a expansão do consumo de serviços e dispositivos de comunicação.
São Paulo concentra a maior parcela desses gastos. O estado deve responder por R$ 82,9 bilhões do total previsto para 2026. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, com R$ 32,3 bilhões; Minas Gerais, com R$ 27,4 bilhões; Rio Grande do Sul, com R$ 17,6 bilhões; e Paraná, que ocupa a quinta posição, com R$ 15,3 bilhões.
O avanço também aparece no número de empresas do setor. Segundo o IPC Maps, 5.478 novos estabelecimentos de serviços de telecomunicações foram abertos no país entre 2025 e 2026, crescimento de 8,1%. Com isso, o Brasil chegou a 73.101 unidades em atividade no segmento.



