Para o Itaú, marca forte se constrói na experiência, não só na comunicação

A CMO explica que as decisões de décadas da empresa ajudaram a dar segurança e liberdade para testar e evoluir, sem perder a identidade
Juliana Cury: a marca se materializa em cada ponto de contato com o cliente | Imagem: Divulgação

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O significado de uma marca consistente não passa apenas pelo que ela comunica, mas principalmente pelo que ela entrega. Este é o pensamento do Itaú, que aposta na soma das experiências, interações, produtos, serviços e relacionamento para a construção da confiança e do relacionamento com o cliente. Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco, explica que os resultados expostos pela empresa hoje são decisões de consistência e posicionamento adotados há décadas.

“Para nós, marca não é apenas campanha, ela se materializa em cada ponto de contato com o cliente. Ao mesmo tempo, relevância exige evolução constante. O mercado, a tecnologia e o comportamento das pessoas mudam continuamente e as marcas precisam acompanhar essas transformações sem perder sua identidade. É o que chamamos de continuidade com evolução: preservar aquilo que construiu a confiança na nossa marca ao longo do tempo e, ao mesmo tempo, evoluir para continuar relevante na vida das pessoas.”

Para adotar esse equilíbrio entre o que foi construído em décadas com as inovações da atualidade, a executiva conta que o Itaú adota a chamada “continuidade com evolução” e a prática do “marketing do ‘e’”. “A consistência vem dos nossos atributos inegociáveis e estruturais, como confiança, solidez, ética e o foco absoluto no cliente. São as raízes que sustentam a marca ao longo de décadas. Já a inovação é o motor que nos permite traduzir esses valores para o contexto atual e para as necessidades do futuro. Na prática, isso significa que inovamos na forma, adotando novas linguagens, explorando novos canais, utilizando dados e tecnologia para tornar a experiência mais relevante para cada cliente, promovendo seu bem-estar financeiro”, explica, complementando que justamente essa ‘raiz sólida’ que a empresa construiu é o que dá segurança e liberdade para testar e ousar novos formatos, sem perder a identidade.

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 13 de julho.

Bruna Magatti
Bruna Magatti
Editora Assistente
brunam@propmark.com.br

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