A convite do Estadão, há 25 anos jurado do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade no mercado brasileiro, o publicitário Álvaro Rodrigues, CEO da Made, deu algumas sugestões para os jurados presentes durante o evento de confraternização promovido pelo Estadão, que marca a despedida do país para o evento que garantiu 95 Leões entre 26 mil trabalhos inscritos de todo o mundo no ano passado.
São 32 profissionais do país escalados para analisar trabalhos nas áreas e categorias nessa edição, dos quais 21 aturarão presencialmente no Palais des Festivals a partir do dia 22 de junho para definir os prêmios. E outros 11 nomes para a definição das shortlists de forma remota.
Rodrigues enfatizou que a criatividade brasileira é reconhecida e é um ativo que traz uma responsabilidade maior para o país. “Os nossos criativos e outros profissionais estão espalhados pelo mundo. Conhecemos bem as culturas e a conectividade entre elas. Além de competirmos, temos um conhecimento que faz a diferença”, disse Rodrigues, recomendando atenção às métricas do festival, mas sem descartar valores pessoais.
Rodrigues esteve em Cannes pela primeira vez em 1998 como integrante do grupo de Young Lions. “Esta é a minha quarta participação no júri e justamente na categoria que deu origem a série. Filme é uma responsabilidade e um privilégio “, destaca o CEO da Made.
Na abertura do evento, o executivo Essio Floridi, CCO do Estadão, divisão responsável pelos negócios do grupo de midia e da gestão do festival, nessa caso com a colaboração direta de Clélia Salgado, comentou que o trabalho de seleção de nomes para o júri exige muita atenção.
“A criatividade é fundamental para o negócio. Temos muitos nomes para analisar. Cannes premia apenas 3% das 26 mil inscrições”, destaca Floridi. O Brasil encerrrou a sua participação no Cannes Lions 2025 em segundo lugar, atrás dos Estados Unidos. É o quinto país com o maior número de delegados.






