O mercado vive um processo de amadurecimento no Brasil, impulsionado pela expansão do calendário de festivais, convenções, feiras e experiências proprietárias de marcas. Para Priscila Pellegrini, CEO da Holding Clube, ele mantém a força da conexão presencial, mas precisa ampliar sua atuação para além do momento físico e participar de forma mais estratégica da construção das marcas.
“Falando especificamente entre 2022 e 2026, o live marketing foi o grande protagonista do extenso calendário de eventos que aconteceram no Brasil, seja nos festivais, convenções, feiras e experiências proprietárias de marcas. Porém, é inegável falar sobre como esse mercado vem passando por um amadurecimento maior para não se limitar apenas ao momento físico, sendo considerado bem antes do momento em que as estratégias são criadas. O live marketing precisa contemplar diferentes canais de atuação online e offline, para conseguir entregar experiências fora do óbvio, que carregam propósito, e trazem de forma muito clara a história e o posicionamento daquela marca, e que principalmente estejam alinhadas aos novos códigos de consumo”, explica.
Orçamento e eficiência
A evolução do setor também traz desafios para as agências. Entre eles está a necessidade de equilibrar os recursos disponíveis com expectativas cada vez maiores dos clientes. Para Priscila, um dos principais obstáculos é combinar o orçamento disponível com a expectativa do cliente: “Os prazos de aprovação, retornos ou atraso de fornecedores dificultam um pouco a entrega final, mas o prazo que realmente consideramos como uma dificuldade é o de pagamento, que chega a passar de 90 dias. Além disso, percebemos que existe uma pressão maior por eficiência e mensuração do impacto e retorno das experiências, que precisam, cada vez mais, se mostrarem relevantes, criativas e integradas a diferentes frentes e tipos de comunicação.”
Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 07 de setembro.




