publicidade

Agências precisam avançar em dados e mensuração para provar valor, diz Um.a

Ronaldo Ferreira, sócio-fundador da agência, vê margens pressionadas, estruturas frágeis e utilização ainda superficial de inteligência artificial
Ronaldo Ferreira, sócio-fundador da Um.a e membro do conselho da Ampro | Imagem: Divulgação

Para Ronaldo Ferreira, sócio- -fundador da Um.a Diversidade Criativa e membro do conselho da Ampro (Associação de Marketing Promocional), a tecnologia ainda não foi incorporada de forma completa nas agências. Segundo ele, a cultura é analógica e só a partir da mensuração de dados é que as agências poderão provar o seu valor.

Sua fala se alinha à de outras vozes do setor quando a solução é organizar dados e, a partir deles, cobrar o valor justo de um serviço de live marketing: “As agências continuam entregando estratégia, criatividade e soluções para seus clientes, mas trabalham com equipes sobrecarregadas e orçamentos muito menores do que nos anos anteriores. Os desafios dos clientes são resolvidos, mas muitas agências não conseguem fechar as contas. E isso acontece mesmo em um mercado aquecido em 2026, apesar do período eleitoral”.

Um diagnóstico realizado por Ferreira é que a comunidade de agências que forma o live marketing é muito pulverizada e frágil em termos de estrutura ou caixa. “E a grande maioria das agências é pequena e tem poucos recursos — isso também se dá graças aos constantes pedidos de desconto e à forte redução dos budgets por parte dos clientes. Dito isso, claro que o uso da IA é cada vez mais frequente, mas de forma rasa e dependente do grau de interesse e profundidade dos humanos na construção do prompt perfeito. Não entendo que haja tanto espaço para agentes de IA, como já existem nos grandes grupos da publicidade. Vamos ter de combinar bem como os ‘russos’ estas novas linhas de investimento”, desenvolve.

“O projeto que entregamos para a CNseg durante a COP30 foi reconhecido pelas seguradoras associadas como um espaço planejado para acolher relacionamentos e bons negócios em um ambiente bastante complexo e desafiador. Não criamos apenas um pavilhão belo e impactante. Desenvolvemos um ambiente seguro e estratégico para conexões, conversas e oportunidades comerciais. Atendemos aos objetivos de relacionamento e negócios da CNseg e, como consequência, conquistamos novas oportunidades para apresentar nossas soluções à associação e às empresas associadas, tanto no Brasil quanto no exterior.”

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 07 de setembro.

Vitor Kadooka
Vitor Kadooka
Repórter
vitor@propmark.com.br

publicidade

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

publicidade

publicidade

Inscreva-se para receber as últimas atualizações

Fique por dentro das novidades do mercado publicitário