A Bullet reformulou a atuação de sua operação nos Estados Unidos para concentrar o atendimento a empresas brasileiras que buscam entrar ou ampliar a presença no mercado americano. A Bullet US passa a reunir diferentes disciplinas em uma mesma estrutura, com serviços de estratégia, mídia, influência, conteúdo, marketplaces e experiências.
A operação foi organizada em três frentes: Strategy & Growth, Content & Creators e Experiences & Production. Os núcleos podem atuar de forma integrada de acordo com a demanda de cada cliente e permanecem conectados aos times estratégico e criativo da agência no Brasil.
Segundo Maíne Gurzoni, CBO da Bullet US, a mudança de direcionamento partiu da percepção de que a agência poderia explorar melhor sua familiaridade com empresas brasileiras ao lado do conhecimento do mercado local.
“Existe um espaço relevante entre empresas brasileiras que querem crescer aqui e um mercado que exige conhecimento local. Entendemos a cultura e a forma de trabalhar do Brasil, ao mesmo tempo em que estamos inseridos na realidade americana”, afirma.
A Bullet já desenvolveu projetos nos Estados Unidos para empresas como Meta, Spotify, Forno de Minas, Natura, Itaú, JBS USA e Chiquita. Para a Forno de Minas, a agência criou a campanha ‘Friendsgiving’, ligada ao Thanksgiving e voltada à divulgação do pão de queijo por meio de influenciadores brasileiros residentes no país. Segundo a agência, os conteúdos ultrapassaram 2 milhões de visualizações.
A Natura também realizou, com a Bullet, ativações em Miami e Nova York voltadas majoritariamente ao público americano.
Dentro do novo posicionamento da operação, a agência conquistou recentemente a conta da Flowever, marca de suplementos de longevidade cofundada pela nutricionista Daniela Cyrulin.
Para Fernando Figueiredo, CEO da Bullet, a atuação não se limita à adaptação de campanhas produzidas no Brasil para o mercado americano.
“Ser brasileiro, por si só, não é a solução. O diferencial está em saber traduzir a cultura, o produto e a proposta de uma marca para que façam sentido para o consumidor americano”, afirma.



