A gente realmente inspira as pessoas?

Falar sobre inspiração é falar, antes de mais nada, sobre fôlego.

E não digo isso para reduzir o lado criativo do termo.

De jeito nenhum.

Mas por perceber todos os dias em nossa equipe de design o quanto essa inspiração vem da energia que colocam em tudo que fazem.

Percebo que a forma de trabalhar do nosso time torna outros times mais engajados, felizes e produtivos.

Juntos, se revelam e se descobrem a partir do outro.

Esse jeito de trabalhar é libertador e resgata nas pessoas a própria confiança criativa.

Dá muito mais vontade porque traz mais verdade.

Falar sobre inspiração também é falar sobre evolução.

O próprio design do Itaú passou por diferentes ciclos até chegar onde está hoje.

O primeiro ciclo, do nascimento, veio com o crescimento orgânico do banco e a expansão das agências.

Ao fazer um projeto arquitetônico, passamos a ter a necessidade de um projeto de sinalização que virou sinônimo de banco.

O segundo ciclo, de crescimento do banco como multisserviço, exigiu que fizéssemos gestão de branding, gerando valor para cada uma das entregas e as posicionando dentro do desafiador ecossistema do Itaú.

O terceiro ciclo ficou marcado pelo “i digital”, símbolo criado pelo Sérgio Valente, que nos trouxe a responsabilidade de aprender com esse mundo em transformação.

Somos um banco reconhecidamente tecnológico, mas temos muito o que evoluir na construção de uma experiência impecável.

O quarto ciclo nos mostrou que não adiantava desenhar só a identidade, era preciso desenhar o serviço.

Nasce um mindset no qual a solução vem da descoberta do real problema que precisa ser resolvido.

Continuamos evoluindo e trabalhando para ressignificar o jeito de sempre.
Nossas pessoas, cativantes e envolventes, são a prova de que inspiração é estar em paz com aquilo que escolheram fazer, de forma orgânica, visceral e mais genuína possível.

E assim seguem acreditando, transpirando e realizando.

Alexander Guazzelli é superintendente de design do Itaú Unibanco

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