Na Artplan, Roberta Moraes defende uma criação pronta para um ambiente em que as ideias já não surgem apenas na agência
Ao longo da carreira, Roberta Moraes passou por diferentes frentes até chegar à posição atual e atribui a essa trajetória um olhar mais amplo sobre a função e sobre o papel que ocupa hoje como diretora-executiva de criação na Artplan, do Grupo Dreamers.
“Participei de projetos de reposicionamento de grandes marcas, ajudei a estruturar uma agência independente, a Suno, e criei o próprio estúdio criativo, quando isso ainda não era tão comum”, afirma.
Com esse histórico, sua leitura sobre negócio, processo e linguagem sustenta a defesa de uma criação menos presa a modelos tradicionais e mais preparada para responder a um cenário em que as ideias se espalham por múltiplos agentes, plataformas e formatos. “Sempre acreditei em criação a favor do negócio. Não como limitação, mas como força. Fazer a diferença na percepção de marca, virar ponteiro e ocupar um espaço cultural”, diz a criativa.

Para ela, essa visão também passa pela experiência fora do modelo tradicional de agência, que ajudou a flexibilizar o olhar sobre o processo criativo. “Ter experimentado modelos fora do tradicional de agência também foi importante. Isso me fez olhar o processo de criação de forma menos engessada”, analisa a diretora-executiva de criação da Artplan.
Leia a íntegra da entrevista na edição impressa do dia 06 de abril.