CCO da Publicis Brasil, Mauro Ramalho defende uma área de criação menos linear e mais conectada a plataformas, dados e cultura

A trajetória de Mauro Ramalho, CCO da Publicis Brasil, começa fora do caminho tradicional da publicidade. Desde o início, sua atuação esteve ligada ao digital, em um momento em que o mercado ainda concentrava esforços em formatos mais tradicionais. “Minha trajetória foi não linear. Sempre apostei no digital. Enquanto o mundo falava de publicidade tradicional, eu enxergava o futuro digital. Meu ingresso no mercado já foi por uma das principais agências digitais do mundo, a AgênciaClick.”

Esse ponto de partida ajuda a explicar por que a criação, no cotidiano do executivo, está menos ligada a formatos e mais à transformação dos próprios ambientes em que a comunicação acontece. Ao longo da carreira, essa lógica se manteve, com passagens por diferentes agências e mercados. “Sempre olhei para esse caminho da transformação e de tudo o que estava adiante. Passei por outras agências sempre buscando transformar esses ambientes”, diz ele.

Mauro Ramalho, CCO da Publicis: “Meu ingresso no mercado foi por uma das principais agências digitais do mundo, a AgênciaClick” (Imagem: Divulgação)

A experiência internacional reforça esse percurso. Entre Toronto e Detroit, enquanto atuava na Organic, e depois em São Francisco, na AKQA, Ramalho ampliou o contato com modelos mais integrados entre tecnologia, dados e criação. Antes disso, havia passado pela McCann no Brasil, consolidando uma trajetória que alterna mercados e estruturas com diferentes níveis de maturidade digital. “Voltei ao Brasil para ingressar na Cubo, uma das agências mais disruptivas da sua época. Também passei pela R/GA e FCB, até chegar na Publicis Brasil, onde hoje busco trazer esse caminho de disrupção.”

Leia a íntegra da entrevista na edição impressa do dia 06 de abril.