O Grupo We adquiriu uma participação na WT.AG, agência social-first fundada por Lucas Feltes. A operação amplia a presença do grupo nas áreas de social, conteúdo e influência. O percentual adquirido e os valores da transação não foram divulgados.
Com o negócio, a WT.AG passa a integrar um ecossistema que reúne a WE, de comunicação integrada, a IDK, especializada em CRM e performance, a Area51, voltada a tecnologia, inteligência artificial e dados e a produtora audiovisual Content Club.
Liderado pelos co-CEOs Fabio Rosinholi e Beto Campos, o Grupo WE passa a somar mais de 500 profissionais e projeta movimentar mais de R$ 1,4 bilhão em verbas publicitárias em 2026.
“A chegada da agência fortalece nosso modelo de empresas especialistas, independentes e complementares, ampliando nossa capacidade de entregar soluções que impactam o negócio de grandes marcas”, afirma Rosinholi.
Estrutura da WT.AG será preservada
Lucas Feltes permanece como CEO da WT.AG, que manterá sua estrutura, cultura e relações com clientes. A liderança também segue formada por Dudu Rodrigues, sócio e CCO, Bruno Luiz, COO, Felipe Andrade, ECD e Mariane Fernandes, diretora de Negócios e Atendimento.
Fundada em 2003, em Novo Hamburgo (RS), a agência iniciou sua expansão para São Paulo em 2019. Atualmente, cerca de 85% de sua receita vem do mercado paulista. A empresa possui mais de 130 profissionais distribuídos entre as duas cidades.
A WT.AG trabalha com o modelo proprietário ‘Social Branding” , que reúne dados, criatividade, conteúdo e mídia. A carteira inclui Multiplan, Calvin Klein, Grupo Silvio Santos, Magalu, Sicredi, Grupo Fleury, Odontoprev e Universidade São Judas, entre outros anunciantes. Alguns projetos já eram realizados em conjunto com empresas do Grupo WE, para clientes como Keeta, EMS, Bridgestone e Firestone.
“Continuamos independentes, mas passamos a ter escala, estrutura e complementaridade que aceleram nossa capacidade de crescimento. É uma combinação que preserva aquilo que nos trouxe até aqui e, ao mesmo tempo, aumenta o tamanho da oportunidade que temos pela frente”, diz Feltes.
Segundo o grupo, a operação permitirá compartilhar ferramentas, tecnologia, inteligência de dados, serviços de backoffice e capacidade operacional. A aquisição também deve apoiar investimentos em talentos e no desenvolvimento de novas soluções.



