A Jotacom passa a se chamar Jota e apresenta um novo posicionamento após triplicar de tamanho desde sua integração à FSB Holding. Com a assinatura “A Jota fala business no timing da cultura”, a agência busca consolidar uma estratégia que integra criatividade, conteúdo, mídia, performance, influência, reputação e conversão em uma jornada única, orientada por resultados de negócio.
A mudança de marca marca uma nova etapa na trajetória da agência, que vem passando por uma transformação estratégica e operacional desde sua integração à holding, em 2022. Nesse período, a empresa ampliou o quadro de funcionários de cerca de 50 para mais de 350 profissionais, registrou crescimento de 200% na base de clientes e inaugurou um escritório no Rio de Janeiro. A expansão também foi acompanhada pela conquista de novos negócios e pela formação de uma carteira de clientes que inclui marcas como Duolingo, Zamp, Novo Nordisk, Mercado Livre, Sicredi, Midea, Heinz, Anbima, Farmax e B3. A nova identidade acompanha ainda uma mudança na gestão da agência, atualmente liderada pelos co-CEOs Marcio Oliveira e Jaderson Alencar, que conduzem o ciclo de crescimento e reposicionamento da operação.
Segundo a Jota, a evolução responde às transformações da indústria da comunicação e à necessidade de superar a fragmentação tradicional entre disciplinas como branding, conteúdo, reputação, influência e performance. A agência avalia que a pressão dos anunciantes por mais agilidade, diferenciação e retorno mensurável tem impulsionado a busca por modelos integrados e conectados às decisões de negócio. Nesse contexto, a Jota estrutura sua proposta de “full journey”, modelo que acompanha diferentes etapas da jornada das marcas, da construção de awareness, imagem e reputação à influência, ao engajamento, à conversão e à fidelização. A ideia é reunir essas disciplinas sob uma mesma estratégia, com o conceito de timing como um dos pilares do novo posicionamento.
Com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Jota responde atualmente por cerca de 50% da vertical de publicidade da FSB Holding, que também reúne a Calia. A meta, a partir do novo posicionamento, é ampliar a participação na operação do grupo e consolidar a agência entre as principais independentes do mercado brasileiro.
“A mudança não cria uma nova agência. Ela torna mais clara para o mercado a agência que já nos tornamos. Crescemos, ampliamos competências e passamos a atuar de forma integrada sobre desafios que envolvem negócio, marca, cultura e reputação. Agora, essa transformação ganha um nome, uma tese e uma ambição mais explícita”, afirma Marcio Oliveira, co-CEO da Jota.
“Os clientes não vivem seus desafios de forma fragmentada. Eles não têm um problema de conteúdo em uma sala, um problema de reputação em outra e uma necessidade de conversão em uma terceira. Tudo acontece ao mesmo tempo. Nosso modelo parte dessa realidade e conecta as competências necessárias para gerar resultado em negócio, imagem e reputação”, afirma Jaderson Alencar, co-CEO da agência.



