“O live marketing brasileiro vive um momento muito interessante de amadurecimento”, afirma Fabiana Schaeffer, CEO e cofundadora da Netza. Na avaliação da executiva, depois de um período marcado pela discussão sobre a oposição entre físico e digital, o mercado passou a entender que essa fronteira praticamente deixou de existir. “A experiência acontece presencialmente, mas começa antes, reverbera durante e continua depois no ambiente digital. Hoje, uma boa ativação precisa ser pensada como um ecossistema de relacionamento”, afirma.
Nesse cenário já conhecido pelos executivos, Fabiana aponta uma vantagem competitiva do mercado brasileiro. “Somos muito bons em criar experiências que geram emoção, participação e senso de pertencimento.”
SUSTENTABILIDADE
A sustentabilidade é outro fator com avanços notados pela CEO. Para ela, o tema não é mais um elemento adicional ou compensação posterior. Hoje, está presente desde o início, envolvendo escolha de materiais, fornecedores locais, logística, circularidade, gestão de resíduos, carbono e legado. “Inovação, hoje, não é necessariamente colocar mais tecnologia em um evento.”
Essa evolução também amplia a complexidade das operações. “Um evento ou uma ativação reúne uma enorme complexidade que envolve, muitas vezes, operações simultâneas em diferentes cidades ou países.”
Como exemplo, Fabiana cita a Fórmula E no Brasil, projeto em que a Netza atua há três edições. Segundo a executiva, o desafio vai além da produção de uma competição automobilística e passa por transformar uma categoria que combina esporte, entretenimento, inovação, mobilidade elétrica e sustentabilidade em uma experiência relevante para diferentes públicos.
Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 07 de setembro.




