Senioridade dos líderes guia D’om às ‘soluções improváveis’ para os clientes

Mario D’Andrea, sócio-fundador e CEO, defende que independência precisa combinar ponto de vista, estrutura e presença dos decisores
Mario D’Andrea, sócio-fundador e CEO da D’om Soluções Improváveis | Imagem: Divulgação

ÍNDICE

Na D’om Soluções Improváveis, a senioridade fortalece o modelo de negócio. Criada em sociedade com o Grupo OM, a agência nasceu da união entre estrutura nacional e uma proposta criativa baseada em respostas sob medida para os clientes.

Para Mario D’Andrea, sócio-fundador e CEO da D’om, esse repertório só se transforma em diferencial quando aparece no trabalho. “Não tem outra forma: temos de colocar na rua grandes trabalhos com grandes resultados para nossos clientes. A cada problema, uma solução improvável. Como está explícito na própria razão social da agência.”

No relacionamento com os clientes, a agência não trabalha com formatos pré-prontos. A intenção é produzir ideias e cases sob medida para cada problema, sem operar como uma linha de produção voltada apenas às margens.

“Exatamente por isso, a senioridade e a experiência dos nossos líderes estão sempre presentes em todas as decisões e etapas do trabalho que fazemos para os nossos clientes. Essa é uma regra de ouro para nós: não abdicamos de discutir todos os fatores que podem fazer diferença no negócio do nosso cliente.”

ESTRUTURA
D’Andrea enfatiza que independência não significa ausência de estrutura ou tecnologia. O Grupo OM oferece um aparato de seis empresas, 370 funcionários espalhados pelo Brasil e mais de 50 anos de atuação no mercado.
Em 2022, o grupo se uniu a Mario D’Andrea e Filipe Cuvero para ampliar sua presença em São Paulo por meio de uma agência com um diferencial criativo maior. Com isso, a D’om passou a contar com infraestrutura de backoffice, processos administrativos de produção, finanças e recursos humanos, além de investimento em tecnologia e inteligência artificial.

A D’om também tem acesso a ferramentas tecnológicas de mídia on e off e empresas de performance trabalhando lado a lado com a operação. “Somos independentes e criativos, sim, mas não abrimos mão de ciência e eficiência em cada ação.”

O crescimento, no entanto, não deve afastar a agência de sua cultura. Para D’Andrea, cultura não se constrói em apresentações, mas em gestos, decisões e exemplos cotidianos. Com a expansão da operação, a escolha de lideranças segue uma equação própria: “empatia + experiência + espírito de dono”. “Até porque nunca abriremos mão de ter as lideranças presentes em todas as etapas, guiando, ouvindo, debatendo, com as equipes internas ou dos clientes.”

Leia a íntegra da matéria na edição impressa do dia 03 de agosto.

Vitor Kadooka
Vitor Kadooka
Repórter
vitor@propmark.com.br

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