Kelly Dores
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Hospital Albert Einstein: “O nosso plano de marketing começou com uma FAQ”
Vanessa Amorim: “A gente quis levar informação de todas as formas” (Divulgação) “Estávamos fazendo reunião de crise desde janeiro, ela era quinzenal e multidisciplinar, e o marketing já participava com outras áreas corporativas do hospital. A gente vinha se preparando para uma avalanche. Criamos um material em janeiro com respostas
Outback: “Do dia para a noite viramos um grande e-commerce”
Renata Lamarco: “O time pensou muito na disrupção” (Divulgação) “N ão tem sido fácil o momento para o varejo, a gente ficou mais de 100 dias com todas as lojas fechadas, mais de 110 unidades, foi um desafio muito grande em se reinventar. Hoje nós temos 12 mil outbackers, como
Gol: “Transformamos nosso site em uma ‘central de atendimento’”
Loraine Ricino: “O nosso grande trabalho foi com remarcações de voos” (Divulgação) “Em 14 de março, a Gol tinha uma situação de 800 voos diários e caiu para 50. De um dia para o outro, você vê o aeroporto vazio. Aviação foi um dos setores mais afetados. De lá para
Suvinil: “Estamos com muitos planos, para nós a mudança será frequente”
Juliana Hosken: “Fizemos mais de 600 palestras e treinamentos” (Divulgação) “Tem sido um momento intenso, único, e para a gente começou logo na primeira semana quando a gente se viu em casa, em março. Ao mesmo tempo, as lojas de tintas não fecharam, elas continuaram abertas, porque foram caracterizadas como
Via Varejo: "Os vendedores ensinaram os clientes a comprarem online"
Ilca Sierra: “Para poder virar a operação para o online, foi um esforço sem precedentes” (Divulgação) “O primeiro desafio foi de montar toda a operação no início. Quando foi decretada a pandemia, a companhia fechou 100% das lojas de uma vez. A partir daquele momento, nós ficamos só com
Nestlé: "Toda a companhia passou a trabalhar num ritmo mais ágil"
Frank Pflaumer: “A Nestlé teve de revisitar todo pipeline de inovação” (Divulgação) “Com a pandemia, a gente teve de revisitar todo o pipeline de inovação, que faz parte dos nossos processos diários, previsto para o ano. Nos primeiros momentos, em que tivemos contato com a Nestlé China e a Nestlé
Rappi: “Nada fazia sentido e tivemos de revisitar toda a comunicação”
Fernando Vilela: “Seguimos com a comunicação mais educacional” (Divulgação) “Quando começou a pandemia, a gente tomou uma decisão forte de que não era o momento de fazer marketing, ou se promover, muito pelo contrário. No passado, o Rappi foi ousado por fazer marketing de guerrilha, inovações, então a agressividade e