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Stalimir Vieira

Stalimir Vieira

Total 51 publicações

Adeus, meninas!

Certa vez, li numa das chamadas revistas masculinas (não sei se Status, Homem ou Playboy), entrevista com uma chacrete. Entre as coisas previsíveis que ela dizia, me surpreendeu a informação sobre o sacrifício que era dançar a tarde inteira no programa e, depois, passar uma hora em pé no ônibus,

Tragédia, marketing e afoiteza

A “ação promocional” da Farm, a favor, em tese, dos familiares de sua ex-funcionária, assassinada numa habitual troca de tiros entre traficantes e policiais nas favelas cariocas, terá sido uma das mais elaboradas cagadas de marketing a que tive notícia em 45 anos de experiência. Para quem não se inteirou

A Bia não tem sexo

A Bia chama Bia, mas podia chamar Bráulio, que não ia mudar nada. Continuaria sendo apenas um algoritmo, desenvolvido e operado por mulheres e homens, para atender à conveniência de seus patrões e clientes, seja ajudando ou atrapalhando usuários. Eu xingo algoritmos com frequência, não importam os nomes de fantasia

Minha primeira campanha

Em 21 maio de 1965, eu tinha 11 anos. Exatos dez anos depois, conquistava meu primeiro emprego em uma agência de publicidade, ainda em Porto Alegre. Sozinho em uma sala, impregnada pela fumaça dos cigarros que acendiam frequentemente, eu agredia as teclas de uma Olivetti, preenchendo a folha de papel-jornal

O mercado carece de críticos

Já contei essa história em algumas circunstâncias, mas acho que aqui, nunca, embora já me perca nos tantos anos em que escrevo no PROPMARK. Foi a primeira vez em que tive a minha atenção chamada para a propaganda. Deveria ter uns 7 ou 8 anos e morava com meus avós

Questão de prioridade

Choram-se dilúvios no Brasil. Chora-se copiosa e desesperadamente. Choram-se faltas de materiais elementares e choram-se dramas psicológicos insuportáveis. As pessoas estão exaustas de tanto chorar. Choram por si, pelos próximos, pelos conhecidos e pelos desconhecidos. Choram pela irresponsabilidade pública e pela perversidade particular. Nunca recebemos tantas notícias tristes e chocantes,

Quando tudo se apequena

Houve um tempo em que era comum, nos casos em que nos víssemos diante de uma obra de arte publicitária e que, portanto, não poderia ser reprovada de jeito nenhum, alugar uma sala de cinema para fazer a apresentação ao cliente. Era criado todo um clima de evento importante, com
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