Agências precisam avançar em dados e mensuração para provar valor, diz Um.a

Ronaldo Ferreira, sócio-fundador da agência, vê margens pressionadas, estruturas frágeis e utilização ainda superficial de inteligência artificial
Grupo TV1 usa inteligência artificial para ampliar a personalização das ativações ao vivo

Agência combina tecnologia invisível, dados em tempo real e sensores para individualizar as experiências de públicos durante os eventos
Netza aposta na integração de disciplinas para ampliar experiências do live marketing

Fabiana Schaeffer enxerga amadurecimento do setor e aponta emoção, participação e senso de pertencimento como diferenciais do Brasil
Mensuração e prazos de pagamento desafiam crescimento sustentável do live marketing, diz CEO da Eagle

Brenda Maia, defende a recorrência como ferramenta para aprofundar vínculos com o público e qualificar as métricas
‘O público não deveria perceber várias frentes’, aponta co-CEO da Atenas.ag sobre o live marketing

Quércia Andrade defende a integração das ações para que as pessoas não percebam disciplinas separadas, mas uma mesma ideia de marca
Para Enricco Benetti, a experiência ao vivo deixa de ser uma ação e vira um sistema

O CEO e CCO da BFerraz aponta uma nova visão de brand experience, totalmente integrada à mídia, conteúdo, creators, dados e commerce
Impacto pontual deve virar inteligência contínua, afirma Felipe Guntovitch

Para CCO da The Group, a evolução do setor envolve agências mais estratégicas e experiências capazes de gerar inteligência para as marcas
‘A marca precisa ser vivida, não só comunicada’, diz CEO da Holding Clube

Para Priscila Pellegrini, o futuro do setor evolui de momentos físicos a experiências integradas e alinhadas aos novos códigos de consumo
Renato Naya acredita que conteúdo é efeito e não motivo de experiências

CEO e sócio da Just Live afirma que experiências deixaram de ser ações pontuais e passaram a integrar as estratégias de comunicação
‘Movimento atual é transformar a marca em dona de um território’, diz Marcelo Lenhard

CEO da Hands defende experiências proprietárias, integração de dados e conexões que geram memórias com o público